As exigências podem parecer pequenas no começo: leite materno, fraldas e a atenção deu uma mãe insone. Nesse período, o gasto médio de um filho até os 4 anos, em Salvador, não passa de R$500 por mês. Mas, à medida que crescem, aumenta o apetite dos pimpolhos sobre as contas bancárias dos pais.
Estima-se que, em média, R$400 mil sejam investidos pelos soteropolitanos na criação de um filho, do nascimento até a faculdade, por volta dos 23 anos. No entanto, em famílias de classe média alta, o sustento do herdeiro pode ultrapassar a casa de R$1 milhão.
Porém o custo é 30% menor quando comparado a cidades como São Paulo e Brasília, considerados os locais mais caros para se criar filhos. Os números são do Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent), que investigou os hábitos de 320 famílias ao longo de 2008.
“Salvador se enquadra em um grupo de capitais de médio porte, como Curitiba e Porto Alegre, apresentando uma excelente relação custo-benefício”, explicou o coordenador da pesquisa, Adriano Amui.
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