O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos conseguiu nesta quinta-feira (8) trancar o processo que envolve o empresário baiano Carlos Barral em um esquema de propinas da Agerba e em casos de pedofilia. Bastos é advogado do empresário.
De acordo com a manobra da defesa, a operação de busca e apreensão de documentos realizada na residência e no escritório foi realizada de forma irregular. Assim, todas as provas e indícios contra o empresário passam a não ter valor algum no processo.
Carlos Barral foi apontado como um dos participantes na máfia que fazia concessão de linhas intermunicipais, reajuste de tarifas e até liberação de propinas à cúpula da Agência de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba). O esquema foi deflagrado pela polícia na Operação Expresso.
Pedofilia
Carlos Barral chegou a ser preso duas vezes. Durante a procura por documentos que o ligassem ao caso das propinas, a polícia encontrou fotos de crianças em poses sensuais nos computadores apreendidos, HDs externos e pen drives, que foram periciados pela Polícia Federal (PF).
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), as imagens eram de crianças entre 10 e 12 anos e foram baixadas da internet. A polícia busca identificar as vítimas. (As informações são do Correio)
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