O deputado federal e vice-líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, está articulando junto aos seus correligionários, em Brasília, no sentido de barrar a tese do financiamento público de campanha inserida no projeto da reforma política, como vem defendendo a bancada do PT.
Imbassahy entende que o financimento público irá onerar ainda mais a sociedade. Ele ressalta que as legendas já são financiadas com fundos partidários, via tributos, além de já disporem de horário gratuito no rádio e na televisão para a divulgação das suas campanhas.
Para Imbassahy, a reforma politica deve observar três principais pontos: redução de custos de processo eleitoral; estabelecer maior identidade entre os eleitores e seus representantes, pois dados estatíticos mostram que poucos meses após a campanha cerca de 70% do eleitorado não sabe em que votou, além do fortalecimento dos partidos através de programas próprios. Hoje, segundo o parlamenter tucano, existem 29 legendas mas não há o mesmo número de projetos distintos.
“Tudo o que significar aumento de custo para o contribuinte nós, do PSDB, seremos contra” diz Imbassahy.
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