sábado, 16 de fevereiro de 2013

METRÔ II

O prefeito ACM Neto afirma que tem interesse que a coisa se resolva logo. "Tudo faremos para andar rápido nessa questão", disse durante o Carnaval. Mas o afinamento do diálogo depende de dois principais pontos, explica o secretário da Casa Civil, Rui Costa (PT), que tem sido o porta-voz do governo estadual com a prefeitura na questão do metrô.

Para bater o martelo com o governo a prefeitura transfere o metrô, desde que o Estado assuma também o trem do subúrbio, que tem um passivo de R$ 300 milhões. O Estado aceita assumir, mas quer as estações de transbordo da Lapa e Mussurunga. Motivo: torna o edital de licitação mais atrativo aos consórcios interessados em disputar a obra do metrô, já que podem explorar esses espaços comercialmente. Dessa forma, a tendência é que as empresas ofertem um preço mais baixo.

A prefeitura não quer abrir mão, vislumbrando investimentos futuros nesses locais. O segundo ponto envolve o sistema de ônibus que alimentará as linhas do metrô. O governo quer que o consórcio vencedor do edital explore o sistema, assim há como estipular tarifa única de integração ônibus-metrô. A prefeitura não aceita. Com isso, fica o impasse de como administrar a situação já que o usuário pagará apenas uma passagem. É isso que Wagner e Neto vão resolver. (As informações do A Tarde)

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