O conjunto de medidas apresentado pela prefeitura de Salvador, em conjunto com o Consórcio Parques Urbanos para a reestruturação do Aeroclube, na Boca do Rio, não passou pelo crivo do Ministério Público Estadual (MPE). Segundo a promotora Rita Tourinho, a proposta não apresentou as garantias de investimento e contrapartidas consideradas necessárias pelo órgão.
“Estamos falando de uma concessão até 2056 de um espaço que é uma área pública. A proposta apresentada não detalha as formas de contrapartida para a população. Como está, não passa”, enfatizou a promotora.
Segundo ela, a prefeitura e o consórcio ficaram de reestruturar o projeto e apresentar ao MPE na semana que vem, numa reunião ainda sem data para acontecer. Na ocasião, participarão a Procuradoria Geral do Município e o consórcio Parques Urbanos, responsável pela administração do shopping, além do próprio MPE.
Procurada, a Casa Civil da Prefeitura preferiu não dar detalhes sobre o projeto. Já o consórcio não deu retorno até o fechamento desta reportagem. A extensão do prazo de concessão foi aprovada em dezembro do ano passado pela Câmara de Vereadores, que pediu da empresa uma contrapartida de R$ 84 milhões. (As informações do Correio)

É NECESSÁRIO QUE A PROMOTORA RITA TOURINHO INVESTIGUE SE ESSE CONSÓRCIO PARQUES URBANOS É VERDADEIRAMENTE PROPRIETÁRIO DA ÁREA DO AEROCLUBE. QUE SEJA COMPROVADO COM DOCUMENTAÇÕES LEGÍTIMAS. QUEREMOS QUE INFORME A CADEIA SUCESSÓRIA, O TÍTULO DA POSSE DE TERRA EM NOME DA TAL. CASO CONTRÁRIO... SÓ A POLÍCIA FEDERAL INTERVINDO.
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