As divergências entre o governador Jaques Wagner (PT) e o prefeito ACM Neto (DEM) não se limitam à disputa sobre os direito de fiscalizar e regular os serviços da Embasa. Agora, o embate envolve o projeto de lei da prefeitura que coloca à venda 62 terrenos e imóveis de Salvador e que o estado contesta a legalidade.
O governo da Bahia garante ser o proprietário de cinco dessas áreas e "exige" a retirada desses imóveis do rol de propriedades que a prefeitura quer vender. A prefeitura, por sua vez, sustenta que as áreas pertencem ao patrimônio municipal.
O prefeito queria que o projeto fosse votado em regime de urgência urgentíssima, na sessão de ontem, mas com o alerta feito pela vereadora Vânia Galvão (PT), de que o Regimento Interno não permite o regime para "desafetação" de áreas públicas, a votação foi adiada e a matéria seguirá em tramitação normal.
Enquanto a sessão prosseguia, o secretário da Administração do Estado, Edelvino Góes, encaminhou ofício notificando o prefeito e o presidente da Câmara Municipal, vereador Paulo Câmara (PSDB), sobre o impedimento de alienação de terrenos públicos estaduais localizados nos bairros da Boca do Rio, Tancredo Neves, Novo Horizonte e avenida Garibaldi. (As informações do A Tarde)
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