A um ano do primeiro turno das eleições municipais, há dois movimentos em andamento no tabuleiro da disputa pela prefeitura de Salvador. O primeiro, deflagrado pelos partidos que compõem o arco de alianças do DEM, é baseado na formação de uma chapa única voltada a reeleger o prefeito ACM Neto sem dificuldades. Pelo desenho atual, o democrata tem um trunfo em comparação com 2012.
O PMDB, que lançou um nome para concorrer na sucessão passada, o radialista e ex-prefeito Mario Kertész, deve caminhar desde a largada com Neto, junto ao PSDB e pelo menos mais quatro outras legendas com bom tempo de televisão: PDT, SD, PV e PPS. Fora uma lista variada de siglas com representação na Câmara dos Deputados e direito a uma fatia na propaganda eleitoral gratuita, ainda que pequena.
Caso do PTC, PHS, PEN. Para a base de apoio ao DEM, manter a unidade em 2016 é o mais importante passo com horizonte em 2018. Ou seja, na batalha pelo Palácio de Ondina e pelas duas vagas da Bahia no Senado. Para que os planos deem certo, o prefeito tem à frente o desafio de escolher um vice sem deixar que atritos levem a rupturas no time. (As informações do Correio)
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