Um dia antes do encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, avaliou positivamente a competição. Para Bach, a edição de 2016 pode ser considerada “icônica” e, apesar dos problemas enfrentados no início da competição, não se arrepende de ter escolhido a capital fluminense como sede. “Mesmo se pudéssemos voltar no tempo, não mudaríamos a nossa decisão e traríamos os Jogos Olímpicos para o Rio de Janeiro. Foram icônicos, não só por serem os primeiros da América do Sul. Foram competições disputadas dentro de uma realidade social que não quisemos fugir.
Não fizemos uma competição dentro de uma bolha. Enfrentamos e isso coloca o esporte em outra perspectiva. Por isso, traríamos de novo", avaliou. O presidente do COI também fez elogios ao prefeito do Rio, Eduardo Paes, e lembrou de legados para a cidade como obras do metrô, BRT e a estrada para o Complexo Deodoro. “Sem Eduardo Paes, não estaríamos aqui hoje. Ele queria impulsionar o desempenho desta cidade com os Jogos. Ajudou o COI a enxergar que podemos fazer competições em países que não estão no topo econômico do mundo”, disse. Bach minimizou, ainda, a baixa venda de ingressos e as competições vazias no início dos Jogos.
“Foi uma pena ter estádios vazios nos primeiros dias dos Jogos. Sabe-se que as vendas das entradas foram lentas por várias razões. Tivemos alguns desafios em termos de transportes e acesso a estádios. Mas isso melhorou. Vimos empolgação na maior parte dos estádios. Estive na final de badminton com ambiente fantástico e não preciso falar do ambiente da Arena de Copacabana na final do vôlei de praia”, defendeu.
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