A Polícia Civil investiga a autoria e motivação do assassinato de Klaiton de Lima Gomes Fonseca, de 26 anos, motorista do Uber morto a tiros na tarde de quinta-feira, 6, na Liberdade, em Salvador. Segundo testemunhas, ele passava pela avenida Santo Antônio, próximo ao Largo do Tanque, quando homens armados se aproximaram e o executaram dentro de um Fiat Palio branco (placa OUN - 7745). Após a execução, os criminosos fugiram a pé por um beco ao lado da Escola Municipal Ministro Simões Filho.
De acordo com a perícia, nove tiros atingiram a cabeça e o pescoço do motorista, cujo corpo ficou debruçado sobre o volante. A polícia não informou se os pertences dele foram levados. A assessoria da Uber confirmou que Klaiton atuava como parceiro da empresa, mas negou que ele estivesse em viagem naquela ocasião. A companhia não informou há quanto tempo ele dirigia para o aplicativo.
O Departamento de Homicídios informou que Klaiton também atuava como vigilante. Morador da Boca do Rio, ele havia acabado de sair do Curuzu, onde já morou e tem parentes. No local, ninguém quis falar sobre o ocorrido.
Sonhava ser da PM
Familiares de Klaiton afirmaram desconhecer que ele tivesse envolvimento com alguma atividade ilícita ou se envolvido em alguma briga de trânsito. Em depoimento, eles contaram que o motorista almejava entrar para a Polícia Militar e, por isso, estava estudando para o concurso da corporação.
Nas redes sociais, amigos lamentaram as circunstâncias da morte de Klaiton. “Uma grande perda. Um amigo, um irmão pra todos nós. Suas chatices, brincadeiras... É, vai deixar saudade”, diz uma das publicações. “Tá doendo tanto. Logo você, irmão? Jura que é uma brincadeira sua”, lamentava outra. corpo de Klaiton será enterrado neste sábado, 8, às 9h, no Cemitério da Quinta dos Lázaros. (As informações do Correio)
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