O Palácio do Planalto avalia que a movimentação de última hora do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não terá efeito na mudança de votos de senadores no processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Depois de nova contabilidade feita ao longo deste sábado, interlocutores do governo calculavam ter 61 votos para o impeachment. Para que Dilma seja afastada definitivamente do cargo são necessários, ao menos, 54 votos.
"Quando Dilma estava no governo, Lula não conseguiu virar votos. Imagine agora, que não tem o 'Diário Oficial'", disse ao Blog um interlocutor do presidente em exercício Michel Temer, em uma alusão a nomeação de cargos no governo. Para este auxiliar, o que Lula faz é "jogo de cena" para dizer que não abandonou Dilma na reta final e, ao mesmo tempo, dá um ânimo na tropa mais próxima da presidente afastada.
A estratégia de Lula, definida nesta sexta com Dilma, de oferecer cargos e até ministérios para senadores do Norte e Nordeste tem sido neutralizada por uma ação pessoal de Temer, que tem conversado com os mesmos senadores. Como revelou o Blog nesta sexta, Lula mira em senadores do Maranhão, de Rondônia e de Alagoas para conseguir mudar, pelo menos, sete votos.
"Esses senadores têm memória. Sabem o que passaram durante o governo Dilma. Eles não confiam em Dilma", disse este auxiliar de Temer. O nosso centro da meta é 61. Pode ter um a mais, ou um a menos", afirmou o senador Romero Jucá (PMDB-RR), reforçando a análise do Palácio do Planalto.
Na segunda e na terça, será montado um bunker para acompanhar de perto todos os momentos da votação. Em seu gabinete, Michel Temer estará acompanhado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo). (As informações do G1)
domingo, 28 de agosto de 2016
ENVOLVIDOS EM MORTES DENTRO DA CASE PERTENCE A FACÇÕES DO TRÁFICO
São 19h do dia 25 de junho. O adolescente Victor Santos Silva, 16 anos, sai do alojamento 11 para ir ao banheiro. No caminho, é abordado por outros quatro jovens que o espancam. É socorrido, mas acaba morrendo depois de ficar em coma por 15 dias. São 16h do dia 14 de julho. Bruno Carvalho de Jesus, também de 16 anos, é cercado no alojamento 4. Depois de apanhar de oito adolescentes, morre asfixiado com um lençol.
Duas mortes na Comunidade de Atendimento Socioeducativo (Case) de Simões Filho, muitos questionamentos: quais as motivações dos crimes? Por que os agentes educadores não presenciaram os homicídios e, só depois, descobriram os corpos? Quantos funcionários estavam de plantão para cada jovem? Em meio às dúvidas, uma certeza: os envolvidos nos dois crimes pertencem a grandes facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas no estado.
Passados mais de 40 dias dos assassinatos na unidade, esta é a conclusão do próprio juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude, Nelson do Amaral, e da delegada que investiga os atos infracionais, Claudenice Mayo. Nos dois casos, os jovens disseram fazer parte do Bonde do Maluco e da Katiara, ambas organizações criminosas com atuação em Salvador e Região Metropolitana. Ou seja, todos os 10 adolescentes e dois adultos (ainda cumprindo medida socioeducativa) que assumiram as autorias dos atos, tiveram como escola do crime quadrilhas de gente grande.
“A primeira coisa que eles fizeram quando chegaram aqui foi dizer o nome da facção da qual faziam parte. Nos dois casos, integrantes do Bando do Maluco se aliaram com integrantes da Katiara. O comportamento dentro da instituição é a reprodução de dentro das facções”, disse a delegada, titular da Delegacia do Adolescente Infrator (DAI).
“O que sabemos é que são grupos de integrantes do tráfico de drogas. Os relatos indicam que, nestes casos, os adolescentes que participaram dos atos são, sim, ligados a facções. A influência do tráfico está disseminada nas unidades socioeducativas. A influência externa muitas vezes foge ao controle dos nossos socioeducadores”, confirma o juiz Nelson do Amaral.
Além das fontes oficiais, o CORREIO ouviu funcionários que trabalham na Case e até ex-internos. Todos confirmam que as facções têm seus braços “juvenis” nas quatro unidades da Bahia. “Para você ter ideia da gravidade, há adolescentes que estão fora do sistema que cometem atos só para cumprir medida e encontrar os rivais”, afirma, pedindo para não ser identificada, uma assistente social.
Não por acaso, o medo é enorme entre os que trabalham lá dentro. “Estamos aterrorizados. Esses jovens são capazes de tudo por causa de uma rixa”, afirma uma funcionária de dentro da própria Case Simões Filho, e que trabalhou diretamente com os jovens que cometeram o ato.
A direção da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), instituição à qual são ligadas as Cases, informou que “não tem conhecimento do envolvimento de adolescentes com grupos ou facções criminosas”. A Fundac ressaltou que essas informações são de controle exclusivo dos órgãos de investigação e apreensão. “Até mesmo dados pessoais, como nome, origem e ato infracional são confidenciais”, diz a nota da Fundac.
O simples fato de os menores pertencerem a facções não quer dizer que as mortes têm relação com o tráfico. “Não há evidências de que tenha havido uma participação externa dessas facções. Mas que eles pertencem a esses grupos não tenho dúvida”, afirma a delegada. A titular da DAI, porém, revela um outro fato, ocorrido na mesma época, em que um jovem quase foi morto por rixa de tráfico na mesma Case Simões Filho. Esse crime, sim, ocorreu a mando de uma facção. “Foi uma tentativa de homicídio. Um grupo de jovens espancou um adolescente de outra facção, mas ele sobreviveu”, afirma Claudenice. (As informações do Correio)
Duas mortes na Comunidade de Atendimento Socioeducativo (Case) de Simões Filho, muitos questionamentos: quais as motivações dos crimes? Por que os agentes educadores não presenciaram os homicídios e, só depois, descobriram os corpos? Quantos funcionários estavam de plantão para cada jovem? Em meio às dúvidas, uma certeza: os envolvidos nos dois crimes pertencem a grandes facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas no estado.
Passados mais de 40 dias dos assassinatos na unidade, esta é a conclusão do próprio juiz da 2ª Vara da Infância e Juventude, Nelson do Amaral, e da delegada que investiga os atos infracionais, Claudenice Mayo. Nos dois casos, os jovens disseram fazer parte do Bonde do Maluco e da Katiara, ambas organizações criminosas com atuação em Salvador e Região Metropolitana. Ou seja, todos os 10 adolescentes e dois adultos (ainda cumprindo medida socioeducativa) que assumiram as autorias dos atos, tiveram como escola do crime quadrilhas de gente grande.
“A primeira coisa que eles fizeram quando chegaram aqui foi dizer o nome da facção da qual faziam parte. Nos dois casos, integrantes do Bando do Maluco se aliaram com integrantes da Katiara. O comportamento dentro da instituição é a reprodução de dentro das facções”, disse a delegada, titular da Delegacia do Adolescente Infrator (DAI).
“O que sabemos é que são grupos de integrantes do tráfico de drogas. Os relatos indicam que, nestes casos, os adolescentes que participaram dos atos são, sim, ligados a facções. A influência do tráfico está disseminada nas unidades socioeducativas. A influência externa muitas vezes foge ao controle dos nossos socioeducadores”, confirma o juiz Nelson do Amaral.
Além das fontes oficiais, o CORREIO ouviu funcionários que trabalham na Case e até ex-internos. Todos confirmam que as facções têm seus braços “juvenis” nas quatro unidades da Bahia. “Para você ter ideia da gravidade, há adolescentes que estão fora do sistema que cometem atos só para cumprir medida e encontrar os rivais”, afirma, pedindo para não ser identificada, uma assistente social.
Não por acaso, o medo é enorme entre os que trabalham lá dentro. “Estamos aterrorizados. Esses jovens são capazes de tudo por causa de uma rixa”, afirma uma funcionária de dentro da própria Case Simões Filho, e que trabalhou diretamente com os jovens que cometeram o ato.
A direção da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), instituição à qual são ligadas as Cases, informou que “não tem conhecimento do envolvimento de adolescentes com grupos ou facções criminosas”. A Fundac ressaltou que essas informações são de controle exclusivo dos órgãos de investigação e apreensão. “Até mesmo dados pessoais, como nome, origem e ato infracional são confidenciais”, diz a nota da Fundac.
O simples fato de os menores pertencerem a facções não quer dizer que as mortes têm relação com o tráfico. “Não há evidências de que tenha havido uma participação externa dessas facções. Mas que eles pertencem a esses grupos não tenho dúvida”, afirma a delegada. A titular da DAI, porém, revela um outro fato, ocorrido na mesma época, em que um jovem quase foi morto por rixa de tráfico na mesma Case Simões Filho. Esse crime, sim, ocorreu a mando de uma facção. “Foi uma tentativa de homicídio. Um grupo de jovens espancou um adolescente de outra facção, mas ele sobreviveu”, afirma Claudenice. (As informações do Correio)
BAHIA CRIA 12 MIL VAGAS EM TI
A tecnologia possui papel central nas dinâmicas sociais do presente e, certamente, futuro. Espera-se que mais de 750 mil vagas de trabalho sejam abertas no país nos próximos quatro anos, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
A entidade não possui projeções sobre a Bahia, mas o estudo Mercado de Profissionais de TI, da própria Brasscom, estima que o estado responde por 0,16% da demanda de trabalhadores, o que representaria cerca de 12 mil vagas.
O diretor de relações institucionais da associação, Sérgio Sgobbi, credita as vagas abertas ao intenso ritmo das novidades do setor, o que exige constante renovação de conhecimentos por parte dos trabalhadores. "A atualização tecnológica nunca para. O profissional de TI precisa se atualizar sempre", afirma. O Cadastro Brasileiro de Ocupações indica que a função mais promissora da área é a de analista de sistemas.
Também otimista, o diretor da franquia baiana da Totvs, Fábio Fantini Felicetti, diz que a empresa deve contratar 20 funcionários. "Na nossa visão, o Brasil voltará a crescer a partir de outubro e em 2017 não iremos mais lembrar da crise. Nosso planejamento é crescer 30% em 2017", afirma o empresário.
"O mercado avança e o número de empresas cresce, assim como a qualidade do trabalho desenvolvido por elas", analisa o estudante do oitavo, e final, semestre de sistemas de informação da Unime, Félix Costa, 22. O jovem, que atualmente estagia em uma empresa de softwares em Lauro de Freitas, pretende trabalhar como desenvolvedor de sistemas operacionais quando se formar.
"No início, tive dificuldade para conseguir estágio, mas acredito que quem esteja entrando agora no curso não passa por isso", opina sobre o atual cenário de crescimento.
Expectativa de atuação - De acordo com análise realizada pela IDC, consultoria de indústrias de tecnologia da informação, o mercado de tecnologia brasileiro, até o fim do ano, terá crescimento de 2,6%. A estimativa é que a receita produzida pela área chegue a US$ 165,6 bilhões. Em relação à formação de grau superior na área, os futuros alunos precisam estar atentos a expectativas inconsistentes.
"Os alunos são imediatamente introduzidos ao estudo profundo de matemática. É uma área que pode enganar. Muitos chegam à faculdade achando que apenas vão ficar na frente do computador e criar projetos o tempo todo", explica o professor do bacharelado de sistemas de informação da Ufba e doutor em ciência da computação Maurício Pamplona Segundo.
O professor é responsável, dentre outras, pela aula de introdução à lógica de programação, onde os alunos passam a ter contato inicial com a prática de elaboração de sistemas operacionais. "Eles, a partir desse momento, deixam de ter uma postura de usuário de tecnologia, mais passiva, e passam a propor soluções para outros usuários'', afirma.
Grupo da Ufba é destaque em competição internacional
Em maio deste ano, os alunos de sistemas de informação da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Guilherme Bernal, Roberto Caldeira e Jonathan Queiroz, coordenados pelo professor Maurício Pamplona, chegaram ao 3º lugar, dentre as equipes do Brasil, em uma competição internacional da área. Atualmente, eles se preparam para o torneio do ano que vem.
O grupo obteve o desempenho no campeonato ICPC (International Collegiate Programming Contest - Competição Internacional de Programação Universitária, em tradução livre). No ranking geral da competição, realizada na Tailândia, os três alunos e o professor alcançaram o 81º lugar. Três mil equipes de todo o mundo compunham a competição.
O bom resultado foi possível graças à dedicação ao longo da preparação. "Nos reuníamos todos os sábados para estudar", explica o professor. Na fase nacional de 2014, a equipe havia ficado na 20ª posição. Com esforço, passaram para a quarta e se classificaram para a mundial.
A competição consiste na resolução de problemas de programação de softwares apresentadas. A pontuação é atribuída aos grupos que resolvem mais questões em um menor espaço de tempo. Atualmente, os alunos e o professor se preparam para a fase regional, em setembro. A nacional acontece em novembro e a internacional em maio. (As informações do A Tarde)
A entidade não possui projeções sobre a Bahia, mas o estudo Mercado de Profissionais de TI, da própria Brasscom, estima que o estado responde por 0,16% da demanda de trabalhadores, o que representaria cerca de 12 mil vagas.
O diretor de relações institucionais da associação, Sérgio Sgobbi, credita as vagas abertas ao intenso ritmo das novidades do setor, o que exige constante renovação de conhecimentos por parte dos trabalhadores. "A atualização tecnológica nunca para. O profissional de TI precisa se atualizar sempre", afirma. O Cadastro Brasileiro de Ocupações indica que a função mais promissora da área é a de analista de sistemas.
Também otimista, o diretor da franquia baiana da Totvs, Fábio Fantini Felicetti, diz que a empresa deve contratar 20 funcionários. "Na nossa visão, o Brasil voltará a crescer a partir de outubro e em 2017 não iremos mais lembrar da crise. Nosso planejamento é crescer 30% em 2017", afirma o empresário.
"O mercado avança e o número de empresas cresce, assim como a qualidade do trabalho desenvolvido por elas", analisa o estudante do oitavo, e final, semestre de sistemas de informação da Unime, Félix Costa, 22. O jovem, que atualmente estagia em uma empresa de softwares em Lauro de Freitas, pretende trabalhar como desenvolvedor de sistemas operacionais quando se formar.
"No início, tive dificuldade para conseguir estágio, mas acredito que quem esteja entrando agora no curso não passa por isso", opina sobre o atual cenário de crescimento.
Expectativa de atuação - De acordo com análise realizada pela IDC, consultoria de indústrias de tecnologia da informação, o mercado de tecnologia brasileiro, até o fim do ano, terá crescimento de 2,6%. A estimativa é que a receita produzida pela área chegue a US$ 165,6 bilhões. Em relação à formação de grau superior na área, os futuros alunos precisam estar atentos a expectativas inconsistentes.
"Os alunos são imediatamente introduzidos ao estudo profundo de matemática. É uma área que pode enganar. Muitos chegam à faculdade achando que apenas vão ficar na frente do computador e criar projetos o tempo todo", explica o professor do bacharelado de sistemas de informação da Ufba e doutor em ciência da computação Maurício Pamplona Segundo.
O professor é responsável, dentre outras, pela aula de introdução à lógica de programação, onde os alunos passam a ter contato inicial com a prática de elaboração de sistemas operacionais. "Eles, a partir desse momento, deixam de ter uma postura de usuário de tecnologia, mais passiva, e passam a propor soluções para outros usuários'', afirma.
Grupo da Ufba é destaque em competição internacional
Em maio deste ano, os alunos de sistemas de informação da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Guilherme Bernal, Roberto Caldeira e Jonathan Queiroz, coordenados pelo professor Maurício Pamplona, chegaram ao 3º lugar, dentre as equipes do Brasil, em uma competição internacional da área. Atualmente, eles se preparam para o torneio do ano que vem.
O grupo obteve o desempenho no campeonato ICPC (International Collegiate Programming Contest - Competição Internacional de Programação Universitária, em tradução livre). No ranking geral da competição, realizada na Tailândia, os três alunos e o professor alcançaram o 81º lugar. Três mil equipes de todo o mundo compunham a competição.
O bom resultado foi possível graças à dedicação ao longo da preparação. "Nos reuníamos todos os sábados para estudar", explica o professor. Na fase nacional de 2014, a equipe havia ficado na 20ª posição. Com esforço, passaram para a quarta e se classificaram para a mundial.
A competição consiste na resolução de problemas de programação de softwares apresentadas. A pontuação é atribuída aos grupos que resolvem mais questões em um menor espaço de tempo. Atualmente, os alunos e o professor se preparam para a fase regional, em setembro. A nacional acontece em novembro e a internacional em maio. (As informações do A Tarde)
APESAR DE PROGRESSOS, EUA E RÚSSIA NÃO ATINGEM ACORDO PARA TRÉGUA NA SÍRIA
Os Estados Unidos e a Rússia dizem ter resolvido uma série de questões que impedem a restauração de uma trégua na Síria e a abertura de entregas de ajuda humanitária para o país, mas não conseguiram mais uma vez forjar um acordo global mais amplo de cooperação a fim de acabar com a guerra na Síria.
Após o encontro que durou quase 10 horas em Genebra na sexta-feira, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, relataram apenas um progresso incremental em detalhes de um entendimento atingido ao longo do último mês em Moscou para aumentar os esforços conjuntos. Kerry disse que ele e Lavrov chegaram a um acordo sobre a “grande maioria” das discussões técnicas sobre medidas para restabelecer um cessar-fogo e melhorar o acesso humanitário, mas pontos críticos continuam por resolver.
Especialistas permanecerão em Genebra tentando chegar a um acordo sobre esses pontos nos próximos dias, segundo Kerry. “Estamos perto”, disse Kerry. “Mas não vamos correr para um acordo até que ele satisfaça plenamente as necessidades do povo sírio.” Lavrov disse que “nós ainda precisamos finalizar algumas questões” e apontou para a necessidade de separar os combatentes da Frente al-Nusra, que têm ligações com a Al-Qaida, de combatentes apoiados pelos Estados Unidos que controlam partes do noroeste da Síria.
“Nós continuamos nossos esforços para reduzir as áreas em que falta entendimento e confiança, o que é uma conquista”, disse Lavrov. “A confiança mútua está crescendo a cada reunião.” No entanto, não ficou claro se algum dos lados acredita que um acordo global é iminente ou mesmo viável após numerosas tentativas fracassadas de interromper as hostilidades na Síria. (As informações do Estadão)
Após o encontro que durou quase 10 horas em Genebra na sexta-feira, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, relataram apenas um progresso incremental em detalhes de um entendimento atingido ao longo do último mês em Moscou para aumentar os esforços conjuntos. Kerry disse que ele e Lavrov chegaram a um acordo sobre a “grande maioria” das discussões técnicas sobre medidas para restabelecer um cessar-fogo e melhorar o acesso humanitário, mas pontos críticos continuam por resolver.
Especialistas permanecerão em Genebra tentando chegar a um acordo sobre esses pontos nos próximos dias, segundo Kerry. “Estamos perto”, disse Kerry. “Mas não vamos correr para um acordo até que ele satisfaça plenamente as necessidades do povo sírio.” Lavrov disse que “nós ainda precisamos finalizar algumas questões” e apontou para a necessidade de separar os combatentes da Frente al-Nusra, que têm ligações com a Al-Qaida, de combatentes apoiados pelos Estados Unidos que controlam partes do noroeste da Síria.
“Nós continuamos nossos esforços para reduzir as áreas em que falta entendimento e confiança, o que é uma conquista”, disse Lavrov. “A confiança mútua está crescendo a cada reunião.” No entanto, não ficou claro se algum dos lados acredita que um acordo global é iminente ou mesmo viável após numerosas tentativas fracassadas de interromper as hostilidades na Síria. (As informações do Estadão)
SÉRIE B DO BAIANO: ATLÂNTICO GOLEIA CATUENSE E TEIXEIRA SE MANTÉM FIRME NA LIDERANÇA
A Série B do Campeonato Baiano teve dois jogos neste sábado (27). Em Pituaçu, o Atlântico roubou momentaneamente a vice-liderança do Ypiranga. Com uma goleada de 5 a 1 sobre a Catuense, o time soteropolitano chegou aos 11 pontos. Já o líder Teixeira de Freitas venceu mais uma. Desta vez, o time comandado por Paulo Sales fez 2 a 1 no Juazeiro, que conseguiu mandar um time para a partida. Com um jogo a mais, a equipe vermelha e preta acumula 18 pontos na competição. (As informações do BN)
ALIADOS QUEREM FALA DURA DE DILMA, MAS DIVERGEM SOBRE TERMO 'GOLPE'
Aliados da presidente afastada Dilma Rousseff defendem que ela faça um discurso "duro" e "firme" no Senado nesta segunda-feira (29), quando vai ao plenário para se defender no julgamento final do processo do impeachment. Para senadores ouvidos pelo G1 e para o advogado de defesa, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, Dilma deve, além de enfatizar que não cometeu crime, não cair em eventuais provocações de adversários.
No entanto, os aliados da petista divergem sobre o uso dos termos "golpe" ou "golpista" no pronunciamento, com previsão de duração de 30 minutos, prorrogáveis por período indeterminado a critério do presidente da sessão, ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O depoimento de Dilma é esperado como um dos principais atos do julgamento do impeachment. Esta vai ser a primeira vez que ela irá ao Congresso desde que foi afastada da Presidência da República, em maio. A sessão está prevista para começar às 9h. Após o pronunciamento, Dilma receberá perguntas formuladas pela acusação, pela defesa e por senadores e poderá responder se quiser. Assessores e aliados dizem que a disposição dela é responder.
Segundo a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ministra e amiga pessoal de Dilma, senadores contrários ao impeachment vão se reunir com a presidente afastada no fim de semana para definir a estratégia a ser usada na segunda-feira. Um dos que defendem o tom mais “duro” no discurso de Dilma, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), avaliou que a presidente afastada precisa resistir e não cair em possíveis “provocações” de parlamentares favoráveis ao impeachment.
Ele disse também acreditar que Dilma não deve “elevar o tom”, fazer acusações contra senadores, apontar eventuais envolvimento deles em casos de corrupção ou chamá-los de “golpistas”. Ex-ministro de Dilma, o senador Armando Monteiro Neto (PTB-AL), por sua vez, defendeu que a petista faça uma fala “firme” durante a sessão, “como é a característica” da presidente afastada.
“Ela tem que fazer uma fala firme e ser altiva. Evidentemente, se ela puder temperar sua fala com um toque mais humano, é sempre bom. E não me parece que ela está vindo aqui apontar o dedo aos senadores, chamá-los assim [golpistas]. […] Até porque não seria uma linguagem própria e não a ajudaria nesse contexto [de julgamento]”, declarou o G1.
Na mesma linha, o senador Jorge Viana (PT-AC) declarou que Dilma deverá “enfatizar” e “deixar claro” que não cometeu crime de responsabilidade. “O depoimento dela será num tom de respeito ao Senado, mas procurando justiça, claro. Tem que ser o tom da verdade e certamente não vai sair disso”, disse. “A presidenta está sofrendo uma grande injustiça, ela tem, sim, direito à indignação, mas vai tratar com respeito os senadores”.
Sobre a ida de Dilma ao Senado, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) defende que ela faça um discurso “com o coração” a fim de sensibilizar os senadores. “Ela tem que falar com a razão, a alma e o coração. O melhor para o Brasil não é o impeachment. E, depois da volta dela, precisamos ter um clima de reconciliação nacional para haver um governo de unidade”, defendeu o peemedebista. (As informações do G1)
No entanto, os aliados da petista divergem sobre o uso dos termos "golpe" ou "golpista" no pronunciamento, com previsão de duração de 30 minutos, prorrogáveis por período indeterminado a critério do presidente da sessão, ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O depoimento de Dilma é esperado como um dos principais atos do julgamento do impeachment. Esta vai ser a primeira vez que ela irá ao Congresso desde que foi afastada da Presidência da República, em maio. A sessão está prevista para começar às 9h. Após o pronunciamento, Dilma receberá perguntas formuladas pela acusação, pela defesa e por senadores e poderá responder se quiser. Assessores e aliados dizem que a disposição dela é responder.
Segundo a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ministra e amiga pessoal de Dilma, senadores contrários ao impeachment vão se reunir com a presidente afastada no fim de semana para definir a estratégia a ser usada na segunda-feira. Um dos que defendem o tom mais “duro” no discurso de Dilma, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), avaliou que a presidente afastada precisa resistir e não cair em possíveis “provocações” de parlamentares favoráveis ao impeachment.
Ele disse também acreditar que Dilma não deve “elevar o tom”, fazer acusações contra senadores, apontar eventuais envolvimento deles em casos de corrupção ou chamá-los de “golpistas”. Ex-ministro de Dilma, o senador Armando Monteiro Neto (PTB-AL), por sua vez, defendeu que a petista faça uma fala “firme” durante a sessão, “como é a característica” da presidente afastada.
“Ela tem que fazer uma fala firme e ser altiva. Evidentemente, se ela puder temperar sua fala com um toque mais humano, é sempre bom. E não me parece que ela está vindo aqui apontar o dedo aos senadores, chamá-los assim [golpistas]. […] Até porque não seria uma linguagem própria e não a ajudaria nesse contexto [de julgamento]”, declarou o G1.
Na mesma linha, o senador Jorge Viana (PT-AC) declarou que Dilma deverá “enfatizar” e “deixar claro” que não cometeu crime de responsabilidade. “O depoimento dela será num tom de respeito ao Senado, mas procurando justiça, claro. Tem que ser o tom da verdade e certamente não vai sair disso”, disse. “A presidenta está sofrendo uma grande injustiça, ela tem, sim, direito à indignação, mas vai tratar com respeito os senadores”.
Sobre a ida de Dilma ao Senado, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) defende que ela faça um discurso “com o coração” a fim de sensibilizar os senadores. “Ela tem que falar com a razão, a alma e o coração. O melhor para o Brasil não é o impeachment. E, depois da volta dela, precisamos ter um clima de reconciliação nacional para haver um governo de unidade”, defendeu o peemedebista. (As informações do G1)
1,2 MILHÃO DE CASAS VÃO TER ENERGIA SOLAR ATÉ 2024
Até 2024, cerca de 1,2 milhão de residências no Brasil devem ser autossuficientes na geração de energia por meio de placas fotovoltaicas, segundo previsão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Atualmente, apenas 4.432 unidades têm essa matriz energética em todo o país.
Em alguns condomínios, a instalação já vem sendo discutida em assembleias de moradores, mas a mudança ainda é desestimulada pelo custo de implantação do equipamento. Na disputa com investimentos em reforma e segurança e reformas, a energia solar fica sempre para depois.
Especialistas apontam a necessidade de subsídio do governo para a aquisição. Com valor em torno de R$ 7,5 mil, uma placa é suficiente para abastecer apenas uma casa de até três cômodos, sem geladeira ou ar-condicionado. Os governos federal e estadual ainda não apresentaram um plano de estímulo ao consumidor. Uma alternativa é a construção de condomínios solares. O investidor compra ou aluga lote e recebe em troca a energia equivalente à produção da concessionária.
"A instalação das placas já foi discutida em um dos condomínios que administro, mas custaria R$ 50 mil. Sabemos que o valor vai ser recuperado, mas as taxas de condomínio sempre são comprometidas com despesas urgentes", pondera a síndica profissional Eunice Ribeiro. "Há um grande potencial de aproveitamento da energia solar em residências, mas o custo ainda é alto e o poder público tem que buscar meios de viabilizar a aquisição", sustenta o professor Luiz Antônio Azevedo dos Santos, do curso de engenharia da faculdade Área 1.
O relativo alto custo de investimento inicial de um sistema de captação solar pode desestimular. "O interesse na energia solar é grande, mas a adesão ainda é pouca", explica o gerente comercial da Satrix, na Bahia e Sergipe, Pablo Miranda. A empresa do Ceará realiza instalação de sistemas de geração de energia a partir de fontes renováveis.
Contudo, alguns empresários e moradores fizeram as contas e optaram pela energia solar. Com o objetivo de reduzir as despesas mensais, a Clínica Oftalmoclin, localizada nos Barris, instalou o sistema composto por placas de captação de luz e conversores de energia elétrica. O espaço, que possui 1,2 mil m² e 102 funcionários, tem uma fatura, aproximadamente, 40% menor do que antes. "A conta era de R$ 9 mil. Agora, pagamos R$ 5 mil", explica o gerente administrativo Alexandre Guerra, contando que o investimento no sistema foi de R$ 78 mil. (As informações do A Tarde)
Em alguns condomínios, a instalação já vem sendo discutida em assembleias de moradores, mas a mudança ainda é desestimulada pelo custo de implantação do equipamento. Na disputa com investimentos em reforma e segurança e reformas, a energia solar fica sempre para depois.
Especialistas apontam a necessidade de subsídio do governo para a aquisição. Com valor em torno de R$ 7,5 mil, uma placa é suficiente para abastecer apenas uma casa de até três cômodos, sem geladeira ou ar-condicionado. Os governos federal e estadual ainda não apresentaram um plano de estímulo ao consumidor. Uma alternativa é a construção de condomínios solares. O investidor compra ou aluga lote e recebe em troca a energia equivalente à produção da concessionária.
"A instalação das placas já foi discutida em um dos condomínios que administro, mas custaria R$ 50 mil. Sabemos que o valor vai ser recuperado, mas as taxas de condomínio sempre são comprometidas com despesas urgentes", pondera a síndica profissional Eunice Ribeiro. "Há um grande potencial de aproveitamento da energia solar em residências, mas o custo ainda é alto e o poder público tem que buscar meios de viabilizar a aquisição", sustenta o professor Luiz Antônio Azevedo dos Santos, do curso de engenharia da faculdade Área 1.
O relativo alto custo de investimento inicial de um sistema de captação solar pode desestimular. "O interesse na energia solar é grande, mas a adesão ainda é pouca", explica o gerente comercial da Satrix, na Bahia e Sergipe, Pablo Miranda. A empresa do Ceará realiza instalação de sistemas de geração de energia a partir de fontes renováveis.
Contudo, alguns empresários e moradores fizeram as contas e optaram pela energia solar. Com o objetivo de reduzir as despesas mensais, a Clínica Oftalmoclin, localizada nos Barris, instalou o sistema composto por placas de captação de luz e conversores de energia elétrica. O espaço, que possui 1,2 mil m² e 102 funcionários, tem uma fatura, aproximadamente, 40% menor do que antes. "A conta era de R$ 9 mil. Agora, pagamos R$ 5 mil", explica o gerente administrativo Alexandre Guerra, contando que o investimento no sistema foi de R$ 78 mil. (As informações do A Tarde)
PADILHA DIZ QUE EXPECTATIVA DO GOVERNO SOBRE IMPEACHMENT MUDOU PARA MELHOR
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que a expectativa do governo com relação à votação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) melhorou após o início do julgamento final no Senado. Segundo ele, com o depoimento das testemunhas alguns senadores que estavam indecisos “acabaram se decidindo”.
Questionado se a percepção do governo havia mudado nos últimos dias, ele respondeu que “mudou para melhor”. Padilha fez as declarações ao sair da abertura da Expointer em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. “Houve vários episódios que falam por si, nós vimos na televisão, e que acabaram fazendo com que alguns dos posicionamentos que ainda estavam indefinidos se definissem”, disse, sem citar exemplos. “Penso que votos que estavam indecisos acabaram se decidindo.”
Padilha voltou a dizer, como já havia feito no início da semana, que a previsão do governo interino de Michel Temer (PMDB) para a votação no Senado é de ter entre 60 e 63 votos a favor do impeachment. “Eu tenho sido conservador em 61, o que significa dizer que pode ser mais de 61”, afirmou.
Apesar da previsão, Padilha disse que o governo respeita a independência dos poderes e que o impeachment é questão do Senado Federal. Mas, pela sua projeção, Michel Temer deverá contar com ampla maioria para continuar no comando do País. (As informações do Estadão)
Questionado se a percepção do governo havia mudado nos últimos dias, ele respondeu que “mudou para melhor”. Padilha fez as declarações ao sair da abertura da Expointer em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. “Houve vários episódios que falam por si, nós vimos na televisão, e que acabaram fazendo com que alguns dos posicionamentos que ainda estavam indefinidos se definissem”, disse, sem citar exemplos. “Penso que votos que estavam indecisos acabaram se decidindo.”
Padilha voltou a dizer, como já havia feito no início da semana, que a previsão do governo interino de Michel Temer (PMDB) para a votação no Senado é de ter entre 60 e 63 votos a favor do impeachment. “Eu tenho sido conservador em 61, o que significa dizer que pode ser mais de 61”, afirmou.
Apesar da previsão, Padilha disse que o governo respeita a independência dos poderes e que o impeachment é questão do Senado Federal. Mas, pela sua projeção, Michel Temer deverá contar com ampla maioria para continuar no comando do País. (As informações do Estadão)
KATIA ABREU DIZ QUE ACREDITA QUE DILMA ROUSSELFF TERÁ ENTRE 28 A 32 VOTOS
A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) afirmou há pouco que acredita que a presidente Dilma Rousseff pode reverter seu afastamento e se livrar da cassação. Nas contas da senadora, que trabalha para tentar convencer colegas a favor da petista, há uma margem de 28 a 32 votos que Dilma pode obter a seu favor. "Se conseguirmos 28 chegaremos a 32", disse.
A senadora confidenciou que há parlamentares que nos bastidores admitem que não há crime de responsabilidade por parte de Dilma, mas que mesmo assim estão inclinados a aprovar a cassação. "Eu tenho dito que eles ainda têm tempo para mudar o voto", afirmou. Segundo Kátia Abreu, ela tem falado com Dilma "durante a manhã, tarde e noite".
"Ela está serena e tranquila", disse. A senadora pretendia jantar hoje à noite com Dilma, mas afirmou que não será possível por conta da continuidade do julgamento do impeachment que deve terminar por volta das 22 horas. Ao comentar sobre a expectativa em torno do depoimento que Dilma fará na segunda-feira, a senadora afirmou que o senador Jorge Viana está coordenando com os demais parlamentares a diretriz dos questionamentos que serão feitos a petista. "Vamos buscar uma alternância nas perguntas, para ter um equilíbrio, algo como três dele (oposição a Dilma) e um nosso", afirmou.
Katia disse ainda que não há como fazer acordos para que os parlamentares evitem ataques a petista. "Eu espero que não venham com tratamento indigno", disse. Segundo a senadora, Dilma fará um discurso forte e se dirigindo também à nação. "Mas não será uma prestação de contas não te entregando o jogo", afirmou. "Estou com um bom pressentimento." (As informações do Estadão)
A senadora confidenciou que há parlamentares que nos bastidores admitem que não há crime de responsabilidade por parte de Dilma, mas que mesmo assim estão inclinados a aprovar a cassação. "Eu tenho dito que eles ainda têm tempo para mudar o voto", afirmou. Segundo Kátia Abreu, ela tem falado com Dilma "durante a manhã, tarde e noite".
"Ela está serena e tranquila", disse. A senadora pretendia jantar hoje à noite com Dilma, mas afirmou que não será possível por conta da continuidade do julgamento do impeachment que deve terminar por volta das 22 horas. Ao comentar sobre a expectativa em torno do depoimento que Dilma fará na segunda-feira, a senadora afirmou que o senador Jorge Viana está coordenando com os demais parlamentares a diretriz dos questionamentos que serão feitos a petista. "Vamos buscar uma alternância nas perguntas, para ter um equilíbrio, algo como três dele (oposição a Dilma) e um nosso", afirmou.
Katia disse ainda que não há como fazer acordos para que os parlamentares evitem ataques a petista. "Eu espero que não venham com tratamento indigno", disse. Segundo a senadora, Dilma fará um discurso forte e se dirigindo também à nação. "Mas não será uma prestação de contas não te entregando o jogo", afirmou. "Estou com um bom pressentimento." (As informações do Estadão)
TELEGRAM CRITICA MUDANÇA DE TERMO DE USO DO WATSAPP
O WhatsApp anunciou que passará a compartilhar dados com o Facebook, como número de telefone dos usuários e frequência de utilização. A mudança nos termos de uso do aplicativo gerou alvoroço nas redes sociais e críticas por parte do concorrente direto: o Telegram, que aproveitou para comentar a alteração, através do seu perfil oficial, no Twitter.
COREIA DO NORTE AMEAÇA ATIRAR CONTRA ILUMINAÇÃO DE TROPAS DOS EUA E COREIA DO SUL
A Coreia do Norte ameaçou neste sábado abrir fogo contra o equipamento de iluminação utilizado por tropas norte-americanas e sul-coreanas “provocadoras” em um vilarejo de trégua dentro da zona desmilitarizada que divide as duas Coreias. O Exército do Povo Coreano (KPA) acusou soldados dos EUA e da Coreia do Sul de “provocações deliberadas” por direcionar as suas luzes a postos de guarda norte-coreanos em Panmunjom desde sexta-feira à noite.
O KPA disse em um comunicado que as ações dos soldados ameaçaram seriamente a segurança das tropas norte-coreanos e interromperam as suas atividades de monitoramento normais. O exército norte-coreano disse que as atividades têm despertado ainda mais a ira dos soldados do país, em um momento em que a península coreana está “à beira da guerra” devido ao início de exercícios militares conjuntos anuais entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos na segunda-feira, que, segundo Pyongyang, são um ensaio de invasão.
“Focos de luz dirigidos para o lado do KPA aleatoriamente são interpretados como um meio intolerável de provocação e serão alvo de tiros pontuais impiedosos”, disseram diretores de segurança do KPA em Panmunjom, em comunicado, transmitido pela mídia estatal da Coreia do Norte. “O verdadeiro objetivo pretendido pelos provocadores por meio de seu recente ato é enervar seriamente os soldados do KPA, levá-los a tomar as devidas contramedidas e classificá-las como provocação”, afirmou.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. A declaração de militares da Coreia do Norte ocorreu horas depois de o Conselho de Segurança das Nações Unidas ter emitido uma declaração condenando veementemente quatro lançamentos de mísseis balísticos da Coreia do Norte em julho e agosto.
Na terça-feira, o comando das Nações Unidas na Coreia do Sul, liderado pelos EUA, acusou a Coreia do Norte de plantar minas terrestres perto do vilarejo de trégua. Panmunjom, supervisionado conjuntamente pela Coreia do Norte e pelo comando da ONU, é o lugar onde um armistício que encerrou a Guerra da Coreia (1950-1953 foi assinado e é agora um ponto turístico popular para visitantes de ambos os lados. (As informações do Estadão)
O KPA disse em um comunicado que as ações dos soldados ameaçaram seriamente a segurança das tropas norte-coreanos e interromperam as suas atividades de monitoramento normais. O exército norte-coreano disse que as atividades têm despertado ainda mais a ira dos soldados do país, em um momento em que a península coreana está “à beira da guerra” devido ao início de exercícios militares conjuntos anuais entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos na segunda-feira, que, segundo Pyongyang, são um ensaio de invasão.
“Focos de luz dirigidos para o lado do KPA aleatoriamente são interpretados como um meio intolerável de provocação e serão alvo de tiros pontuais impiedosos”, disseram diretores de segurança do KPA em Panmunjom, em comunicado, transmitido pela mídia estatal da Coreia do Norte. “O verdadeiro objetivo pretendido pelos provocadores por meio de seu recente ato é enervar seriamente os soldados do KPA, levá-los a tomar as devidas contramedidas e classificá-las como provocação”, afirmou.
O Ministério da Defesa da Coreia do Sul não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. A declaração de militares da Coreia do Norte ocorreu horas depois de o Conselho de Segurança das Nações Unidas ter emitido uma declaração condenando veementemente quatro lançamentos de mísseis balísticos da Coreia do Norte em julho e agosto.
Na terça-feira, o comando das Nações Unidas na Coreia do Sul, liderado pelos EUA, acusou a Coreia do Norte de plantar minas terrestres perto do vilarejo de trégua. Panmunjom, supervisionado conjuntamente pela Coreia do Norte e pelo comando da ONU, é o lugar onde um armistício que encerrou a Guerra da Coreia (1950-1953 foi assinado e é agora um ponto turístico popular para visitantes de ambos os lados. (As informações do Estadão)
APÓS SÁBADO INTENSO, CANDIDATOS TÊM AGENDA MORNA PARA ESTE DOMINGO
Após um sábado (27) de agenda intensa, com a maioria dos candidatos participando de eventos junto à população, os postulantes ao comando do Palácio Thomé de Souza têm poucos compromissos previstos para este domingo (28). A atual vice-prefeita e candidata à prefeitura de Salvador Célia Sacramento (PPL) toma café da manhã e realiza roda de conversa em um colégio de Cajazeiras VI, além de participar do lançamento da campanha de um candidato a vereador.
O candidato à reeleição ACM Neto (DEM) passa o dia reunido com a equipe de campanha. Cláudio Silva (PP) participa, durante a manhã, de caminhadas com lideranças comunitárias em diversos bairros da cidade. Pela tarde, grava programa eleitoral.
A deputada federal Alice Portugal (PCdoB) visita condomínios em Cajazeiras durante a manhã. O candidato Rogério Tadeu Da Luz (PRTB) participa de culto religioso pela manhã e à tarde visita os bairros de Itapuã e São Cristóvão.
Fábio Nogueira (PSOL) grava videoclipe no Nordeste de Amaralina com um candidato a vereador e, depois, faz panfletagem na região. À tarde, realiza visita aos bairros de Cajazeiras II e Fazenda Grande II, junto a um candidato a vereador.
O deputado estadual Pastor Sargento Isidório (PDT) não divulgou sua agenda de domingo antecipadamente. (As informações do BN)
O candidato à reeleição ACM Neto (DEM) passa o dia reunido com a equipe de campanha. Cláudio Silva (PP) participa, durante a manhã, de caminhadas com lideranças comunitárias em diversos bairros da cidade. Pela tarde, grava programa eleitoral.
A deputada federal Alice Portugal (PCdoB) visita condomínios em Cajazeiras durante a manhã. O candidato Rogério Tadeu Da Luz (PRTB) participa de culto religioso pela manhã e à tarde visita os bairros de Itapuã e São Cristóvão.
Fábio Nogueira (PSOL) grava videoclipe no Nordeste de Amaralina com um candidato a vereador e, depois, faz panfletagem na região. À tarde, realiza visita aos bairros de Cajazeiras II e Fazenda Grande II, junto a um candidato a vereador.
O deputado estadual Pastor Sargento Isidório (PDT) não divulgou sua agenda de domingo antecipadamente. (As informações do BN)
RELAÇÃO EXTRACONJULGAL E GRAVIDEZ PODEM TER MOTIVADO MORTE DE BRASILEIRAS EM PORTUGAL
A polícia de Portugal está investigando a morte de três brasileiras em Portugal. Os corpos de Michelle Santana Ferreira, 28 anos, da irmã dela, Lidiana Neves Santana, 16, e de Thayane Mendes Dias, 21, foram achados na sexta-feira (26) dentro de um tanque em um hotel para animais de estimação na cidade de Cascais, a 25 km de Lisboa. As brasileiras estavam desaparecidas desde janeiro.
Os corpos foram encontrados após confissão do principal suspeito pelo crime, Dinai Alves Gomes. Brasileiro, ele era funcionário do hotel de animais e voltou ao Brasil dias depois do desaparecimento das jovens. Ele esta custodiado pela Polícia Federal no Brasil.
Dinai era namorado de Michelle, que estava grávida. Como ele tinha mulher no Brasil, a polícia investiga se ele se desesperou com a relação extraconjugal e a gravidez e matou a amante - a esposa estava prestes a visitá-lo, segundo o Extra. Outro motivo investigado para o crime é homofobia. Thayane e Lidana estariam tendo um relacionamento, o que incomodava o conservador Dinai.
Vinícius Santana Ferreira, irmão de Michelle e Lidiana, confirmou que a irmã mais nova namorava Thayane. Apesar disso, ele não crê que isso tenha motivado os homicídios. "Nós sabíamos da homossexualidade da minha irmã, porém, não acredito que esta tenha sido a motivação do crime. Não sei o que passou pela cabeça desse homem, que só pode estar louco", disse Vinícius ao Extra.
Amigos relatam que Dinai era violento com Michelle, que foi agredida em outubro do ano passado. De volta ao Brasil, ele disse à família de Michelle que ela e as duas amigas viajaram para Londres para trabalhar e estudar. Disse ainda que ela havia apagado o perfil do Facebook para não ser encontrada pela ex-patroa. Dinai então foi interrogado pela polícia e acabou confessando o crime.
A versão fez a família desconfiar. A Interpol também não havia registrado a saída das três de Portugal ou chegada no Reino Unido. Mineira, Michelle morava em Portugal há oito anos. Recentemente, a irmã dela, Lidiana, foi para lá. Thayane, que era do Espírito Santo, também chegou há cerca de um ano em Lisboa.
O Itamaraty informou que ainda não foi comunicado oficialmente das mortes das brasileiras, mas que o Consulado em Portugal foi acionado para acompanhar o caso. (As informações do Correio)
Os corpos foram encontrados após confissão do principal suspeito pelo crime, Dinai Alves Gomes. Brasileiro, ele era funcionário do hotel de animais e voltou ao Brasil dias depois do desaparecimento das jovens. Ele esta custodiado pela Polícia Federal no Brasil.
Dinai era namorado de Michelle, que estava grávida. Como ele tinha mulher no Brasil, a polícia investiga se ele se desesperou com a relação extraconjugal e a gravidez e matou a amante - a esposa estava prestes a visitá-lo, segundo o Extra. Outro motivo investigado para o crime é homofobia. Thayane e Lidana estariam tendo um relacionamento, o que incomodava o conservador Dinai.
Vinícius Santana Ferreira, irmão de Michelle e Lidiana, confirmou que a irmã mais nova namorava Thayane. Apesar disso, ele não crê que isso tenha motivado os homicídios. "Nós sabíamos da homossexualidade da minha irmã, porém, não acredito que esta tenha sido a motivação do crime. Não sei o que passou pela cabeça desse homem, que só pode estar louco", disse Vinícius ao Extra.
Amigos relatam que Dinai era violento com Michelle, que foi agredida em outubro do ano passado. De volta ao Brasil, ele disse à família de Michelle que ela e as duas amigas viajaram para Londres para trabalhar e estudar. Disse ainda que ela havia apagado o perfil do Facebook para não ser encontrada pela ex-patroa. Dinai então foi interrogado pela polícia e acabou confessando o crime.
A versão fez a família desconfiar. A Interpol também não havia registrado a saída das três de Portugal ou chegada no Reino Unido. Mineira, Michelle morava em Portugal há oito anos. Recentemente, a irmã dela, Lidiana, foi para lá. Thayane, que era do Espírito Santo, também chegou há cerca de um ano em Lisboa.
O Itamaraty informou que ainda não foi comunicado oficialmente das mortes das brasileiras, mas que o Consulado em Portugal foi acionado para acompanhar o caso. (As informações do Correio)
EMPREITEIRAS OFERECEM 'BOLSA-DELAÇÃO' A EXECUTIVOS QUE PODEM CONTRIBUIR NA LAVA JATO
Empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato oferecem garantias financeiras para executivos que podem fechar acordo de delação premiada para contribuir com as investigações. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a prática é chamada de 'bolsa-delação' e acontece na Andrade Gutierrez e na Odebrecht.
O benefício serve para dar segurança financeira àqueles que tiverem dificuldades de se recolocarem no mercado, além de funcionar como forma de monitoramento das informações que podem ser passadas nos depoimentos à força-tarefa da Lava Jato.
A Odebrecht ofereceu a 50 potenciais delatores a garantia de pagamento de salários por pelo menos 15 anos nos valores atuais, além de ajuda para pagar multas decorrentes do processo. A empreiteira ainda negocia para firmar acordo de delação premiada. A Andrade Gutierrez teve o acerto homologado em abril deste ano e ofereceu dez anos de salários a 11 funcionários da empresa.
O benefício serve para dar segurança financeira àqueles que tiverem dificuldades de se recolocarem no mercado, além de funcionar como forma de monitoramento das informações que podem ser passadas nos depoimentos à força-tarefa da Lava Jato.
A Odebrecht ofereceu a 50 potenciais delatores a garantia de pagamento de salários por pelo menos 15 anos nos valores atuais, além de ajuda para pagar multas decorrentes do processo. A empreiteira ainda negocia para firmar acordo de delação premiada. A Andrade Gutierrez teve o acerto homologado em abril deste ano e ofereceu dez anos de salários a 11 funcionários da empresa.
APÓS TRÊS DIAS, SENADO CONCLUI FASE DE DEPOIMENTOS E VAI OUVIR DILMA NA SEGUNDA
Depois de três dias de depoimentos da acusação e da defesa, o Senado concluiu neste sábado (27) a fase de oitivas. O último a ser ouvido pelos parlamentares nesta etapa foi o professor de direito tributário da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro, que falou como informante.
Nesta segunda-feira (29), a presidente afastada Dilma Rousseff vai abrir a sessão fazendo sua defesa pessoalmente por 30 minutos, que podem ser prorrogáveis por mais 30. Até a noite de ontem, 47 dos 81 senadores já se inscreveram para fazer questionamentos à petista.
Ela estará acompanhada no Congresso Nacional por cerca de 30 pessoas, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Neste domingo (28), parlamentares contra e a favor do impeachment devem se reunir para traçar os últimos detalhes da estratégia para a sessão de amanhã.
Nesta segunda-feira (29), a presidente afastada Dilma Rousseff vai abrir a sessão fazendo sua defesa pessoalmente por 30 minutos, que podem ser prorrogáveis por mais 30. Até a noite de ontem, 47 dos 81 senadores já se inscreveram para fazer questionamentos à petista.
Ela estará acompanhada no Congresso Nacional por cerca de 30 pessoas, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Neste domingo (28), parlamentares contra e a favor do impeachment devem se reunir para traçar os últimos detalhes da estratégia para a sessão de amanhã.
sábado, 27 de agosto de 2016
EM NOTA, ADVOGADOS DE LULA DIZEM QUE INDICIAMENTO TEM CARÁTER POLÍTICO
Por meio de nota à imprensa, os advogados que defendem o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e sua esposa, Marisa Letícia, disseram repudiar o indiciamento de seus clientes nesta sexta-feira (26) pela Polícia Federal. Segundo eles, o inquérito policial, assinado pelo delegado Marcio Adriano Anselmo, “tem caráter e conotação políticos e é, de fato, peça de ficção”.
“Lula e D. Marisa não cometeram crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica ou lavagem de capitais”, diz a nota de repúdio assinada pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, que defendem Lula e Marisa.
Segundo a nota, o triplex no Guarujá é de propriedade da OAS e não de Lula, “como não deixa qualquer dúvida o registro no Cartório de Registro de Imóveis do Guarujá”. Para os advogados, o delegado indiciou Lula sem ter um documento que comprove que Lula é o proprietário do imóvel. “Confirma ser o relatório uma obra de ficção o fato de o documento partir da premissa de que houve a entrega do imóvel a Lula sem nenhum elemento que possa justificar tal afirmação”.
Os advogados dizem que Lula esteve no imóvel uma única vez, acompanhado de Marisa, quando foram conhecê-lo. “O ex-presidente e os seus familiares jamais usaram o imóvel e muito menos exerceram qualquer outro atributo da propriedade”.
Segundo a nota, Marisa adquiriu, em 2005, uma cota-parte da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) que, se fosse quitada, daria direito a um imóvel no Edifício Mar Cantábrico, que é o antigo nome do imóvel Edifício Solaris, onde o delegado aponta Lula como proprietário.
“Ela fez pagamentos até 2009, quando o empreendimento foi transferido à OAS por uma decisão dos cooperados, acompanhada pelo Ministério Público do estado de São Paulo”. Com isso, segundo os advogados, Marisa poderia ter a opção de usar os valores investidos como parte de pagamento de uma unidade no Edifício Solaris, que seria finalizado pela OAS, ou receber o investimento de volta. Ela optou pela restituição dos valores investidos.
Para os advogados, o indiciamento não tem respaldo jurídico. “Lula e sua esposa não receberam qualquer bem, valor ou direito da OAS que seja proveniente de desvios da Petrobras e muito menos tinham conhecimento da suposta origem ilícita desses valores”. Para fornecer maiores esclarecimentos sobre isso, os advogados de Lula convocaram uma entrevista coletiva hoje, em São Paulo, que deve ser iniciada em instantes. (As informações da Agência Brasil)
“Lula e D. Marisa não cometeram crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica ou lavagem de capitais”, diz a nota de repúdio assinada pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, que defendem Lula e Marisa.
Segundo a nota, o triplex no Guarujá é de propriedade da OAS e não de Lula, “como não deixa qualquer dúvida o registro no Cartório de Registro de Imóveis do Guarujá”. Para os advogados, o delegado indiciou Lula sem ter um documento que comprove que Lula é o proprietário do imóvel. “Confirma ser o relatório uma obra de ficção o fato de o documento partir da premissa de que houve a entrega do imóvel a Lula sem nenhum elemento que possa justificar tal afirmação”.
Os advogados dizem que Lula esteve no imóvel uma única vez, acompanhado de Marisa, quando foram conhecê-lo. “O ex-presidente e os seus familiares jamais usaram o imóvel e muito menos exerceram qualquer outro atributo da propriedade”.
Segundo a nota, Marisa adquiriu, em 2005, uma cota-parte da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) que, se fosse quitada, daria direito a um imóvel no Edifício Mar Cantábrico, que é o antigo nome do imóvel Edifício Solaris, onde o delegado aponta Lula como proprietário.
“Ela fez pagamentos até 2009, quando o empreendimento foi transferido à OAS por uma decisão dos cooperados, acompanhada pelo Ministério Público do estado de São Paulo”. Com isso, segundo os advogados, Marisa poderia ter a opção de usar os valores investidos como parte de pagamento de uma unidade no Edifício Solaris, que seria finalizado pela OAS, ou receber o investimento de volta. Ela optou pela restituição dos valores investidos.
Para os advogados, o indiciamento não tem respaldo jurídico. “Lula e sua esposa não receberam qualquer bem, valor ou direito da OAS que seja proveniente de desvios da Petrobras e muito menos tinham conhecimento da suposta origem ilícita desses valores”. Para fornecer maiores esclarecimentos sobre isso, os advogados de Lula convocaram uma entrevista coletiva hoje, em São Paulo, que deve ser iniciada em instantes. (As informações da Agência Brasil)
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