Policiais federais prenderam em flagrante, nesta segunda-feira (26), três pessoas no momento em que tentavam obter benefício previdenciário com a utilização de documentos falsificados em uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Feira de Santana. Logo no início do dia, a Polícia Federal foi acionada por servidores para verificar a veracidade dos documentos apresentados por uma dessas pessoas na agência da Previdência Social, que fica no bairro Muchila. Segundo a PF, os servidores suspeitaram da certidão de nascimento e da carteira de identidade apresentadas.
Ao chegar na agência, os policiais constataram que o documento de identidade apresentado pelo suspeito era falso, já que não constava o número de registro no sistema do Instituto de Identificação da Bahia. Logo em seguida foram identificados outros dois integrantes do esquema, que aguardavam o suspeito do lado de fora da agência, e que seriam os responsáveis pela falsificação. Todos foram conduzidos ao posto da Polícia Federal em Feira de Santana, para registro da prisão em flagrante.
O veículo em que estavam os falsários também foi apreendido, pois foi confirmado que o carro estava financiado em nome de um “laranja”, porém sem nenhuma prestação quitada. Os presos foram indiciados por estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal, e, após lavrado o auto de prisão em flagrante, foram encaminhados para o presídio da cidade, aonde ficarão à disposição da Justiça Federal. (As informações do Correio)
terça-feira, 27 de setembro de 2016
MORO SOLTA TODOS OS ALVOS DA OPERAÇÃO ARQUIVO X
O juiz federal Sérgio Moro mandou soltar todos os alvos da Operação Arquivo X, 34º desdobramento da Lava Jato que pegou o ex-ministro Guido Mantega (Fazenda), na quinta-feira, 22. A decisão do juiz da Lava Jato alcança outros sete investigados da Arquivo X, Luiz Cláudio Machado Ribeiro, Ruben Maciel da Costa Val, Luiz Eduardo Carneiro, Danilo Souza Baptista, Francisco Corrales Kindelan, Luiz Eduardo Neto Tachard e Júlio César Oliveira Silva.
Moro impôs a eles três restrições: compromisso de comparecimento a todos os atos do processo e atenderem às intimações, mesmo no inquérito, por telefone; proibição de deixar a residência por mais de 30 dias sem pedir autorização judicial; e proibição de deixar o país sem sua autorização.
Os sete e Mantega haviam sido capturados na quinta, 22, no âmbito da Arquivo X, investigação sobre suposta exigência de R$ 5 milhões que o ex-ministro teria feito em novembro de 2012 ao empresário Eike Batista para cobrir dívidas de campanha do PT. Eike, do Grupo OSX Construção Naval - que compôs o Consórcio Integra-Offshore com a empreiteira Mendes Jr para exploração de plataformas da Petrobrás no Pré-Sal -, entregou à força-tarefa da Lava Jato cópia do depósito no valor de US$ 2,3 milhões que fez em conta no exterior dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, das campanhas presidenciais de Lula e Dilma.
O ex-ministro ficou na sede da Polícia Federal em São Paulo por apenas cinco horas naquela quinta, 22. Alertado que Mantega havia sido localizado em um hospital onde acompanhava a mulher que luta contra um câncer, o juiz da Lava Jato revogou a ordem de prisão temporária do ex-ministro.
Os outros alvos da Arquivo X foram levados para a PF em Curitiba, base da Lava Jato. A temporária do grupo valia por cinco dias, prazo expirado nesta segunda, 26. O Ministério Público Federal não pediu prorrogação da temporária de seis deles e requereu conversão em regime preventivo da prisão imposta a Júlio César Oliveira Silva.
O juiz não esticou a temporária dos seis e nem decretou a preventiva de Oliveira Silva. Mandou expedir alvará de soltura em favor de todos, mas ordenou que entreguem em três dias seus passaportes. Não reputou necessário pagamento de fiança. Em sua decisão, Moro destacou "a gravidade dos fatos e as provas já colhidas, o depósito em conta offshore no exterior pelo dirigente da OSX e os aparentes pagamentos efetuados sem causa econômica pelo Consórcio Integra ou pelas empresas componentes". O juiz anotou que há "suspeita de que o Consórcio Integra-Offshore, formado pela Mendes Júnior e pela OSX, teria pago propinas a agentes da Petrobras e a agentes políticos para obtenção de contrato junto à Petrobras para a construção do Pacote I e Integração de duas FPSO's, as plataformas P-67 e P-70, na exploração do petróleo na camada do Pré-Sal".
"Há indícios, portanto, de um padrão que reflete outros casos da assim denominada Operação Lava Jato, divisão de propinas entre agentes da Petrobras e a agentes políticos, inclusive pagamentos a empresas de fachada ou a empresas existentes de fato, mas sem causa econômica real. No caso, ainda presente prova documental de que dirigente da OSX, no período do contrato e do recebimento pelo Consórcio dos primeiros pagamentos da Petrobras, depositou valor milionário, sub-repticiamente, em conta offshore no exterior controlada por pessoas que prestavam serviços publicitários à agremiação política que controlava o Governo e a Petrobras", anotou o magistrado.
Ao decidir não decretar a preventiva de Júlio César Oliveira Lima, o juiz ponderou. "Não obstante a gravidade em concreto dos fatos, especialmente em um quadro de corrupção sistêmica, aparenta ser necessário o aprofundamento da colheita e do exame das provas, especialmente o rastreamento dos valores e eventual confirmação de pagamentos efetuados a agentes da Petrobras. No contexto, não é o caso, por ora, de decretação da prisão preventiva, sem prejuízo de nova análise futura, após aprofundamento das investigações. Portanto, indefiro o pedido de prisão preventiva de Júlio César Oliveira Silva." "Quanto ao investigado Guido Mantega, observo que não houve requerimentos de imposição de medidas cautelares, não cabendo imposição de ofício pelo Juízo", finalizou o juiz. (As informações do Estadão)
Moro impôs a eles três restrições: compromisso de comparecimento a todos os atos do processo e atenderem às intimações, mesmo no inquérito, por telefone; proibição de deixar a residência por mais de 30 dias sem pedir autorização judicial; e proibição de deixar o país sem sua autorização.
Os sete e Mantega haviam sido capturados na quinta, 22, no âmbito da Arquivo X, investigação sobre suposta exigência de R$ 5 milhões que o ex-ministro teria feito em novembro de 2012 ao empresário Eike Batista para cobrir dívidas de campanha do PT. Eike, do Grupo OSX Construção Naval - que compôs o Consórcio Integra-Offshore com a empreiteira Mendes Jr para exploração de plataformas da Petrobrás no Pré-Sal -, entregou à força-tarefa da Lava Jato cópia do depósito no valor de US$ 2,3 milhões que fez em conta no exterior dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, das campanhas presidenciais de Lula e Dilma.
O ex-ministro ficou na sede da Polícia Federal em São Paulo por apenas cinco horas naquela quinta, 22. Alertado que Mantega havia sido localizado em um hospital onde acompanhava a mulher que luta contra um câncer, o juiz da Lava Jato revogou a ordem de prisão temporária do ex-ministro.
Os outros alvos da Arquivo X foram levados para a PF em Curitiba, base da Lava Jato. A temporária do grupo valia por cinco dias, prazo expirado nesta segunda, 26. O Ministério Público Federal não pediu prorrogação da temporária de seis deles e requereu conversão em regime preventivo da prisão imposta a Júlio César Oliveira Silva.
O juiz não esticou a temporária dos seis e nem decretou a preventiva de Oliveira Silva. Mandou expedir alvará de soltura em favor de todos, mas ordenou que entreguem em três dias seus passaportes. Não reputou necessário pagamento de fiança. Em sua decisão, Moro destacou "a gravidade dos fatos e as provas já colhidas, o depósito em conta offshore no exterior pelo dirigente da OSX e os aparentes pagamentos efetuados sem causa econômica pelo Consórcio Integra ou pelas empresas componentes". O juiz anotou que há "suspeita de que o Consórcio Integra-Offshore, formado pela Mendes Júnior e pela OSX, teria pago propinas a agentes da Petrobras e a agentes políticos para obtenção de contrato junto à Petrobras para a construção do Pacote I e Integração de duas FPSO's, as plataformas P-67 e P-70, na exploração do petróleo na camada do Pré-Sal".
"Há indícios, portanto, de um padrão que reflete outros casos da assim denominada Operação Lava Jato, divisão de propinas entre agentes da Petrobras e a agentes políticos, inclusive pagamentos a empresas de fachada ou a empresas existentes de fato, mas sem causa econômica real. No caso, ainda presente prova documental de que dirigente da OSX, no período do contrato e do recebimento pelo Consórcio dos primeiros pagamentos da Petrobras, depositou valor milionário, sub-repticiamente, em conta offshore no exterior controlada por pessoas que prestavam serviços publicitários à agremiação política que controlava o Governo e a Petrobras", anotou o magistrado.
Ao decidir não decretar a preventiva de Júlio César Oliveira Lima, o juiz ponderou. "Não obstante a gravidade em concreto dos fatos, especialmente em um quadro de corrupção sistêmica, aparenta ser necessário o aprofundamento da colheita e do exame das provas, especialmente o rastreamento dos valores e eventual confirmação de pagamentos efetuados a agentes da Petrobras. No contexto, não é o caso, por ora, de decretação da prisão preventiva, sem prejuízo de nova análise futura, após aprofundamento das investigações. Portanto, indefiro o pedido de prisão preventiva de Júlio César Oliveira Silva." "Quanto ao investigado Guido Mantega, observo que não houve requerimentos de imposição de medidas cautelares, não cabendo imposição de ofício pelo Juízo", finalizou o juiz. (As informações do Estadão)
AUTOR DE 'VELHO CHICO' FALA SOBRE CENAS DE SANTO SEM DOMINGOS MONTAGNER: 'MUITO DURO E DIFÍCIL'
O elenco de 'Velho Chico' teve que se adaptar às gravações depois da morte do ator Domingos Montagner, que se afogou durante um mergulho no Rio São Francisco, em Sergipe. Apesar disso, o personagem Santos dos Anjos continuam aparecendo em cena. A ideia do autor da novela, Bruno Luperi, da direção e da equipe foi colocar uma câmera no lugar onde estaria Domingos na gravação e as pessoas falarem com a câmera como se estivessem falando com o personagem. A decisão foi tomada em conjunto com a família de Montganer e foi anunciada durante uma reportagem do "Fantástico".
"Foi muito duro e difícil para todos, mas nós nos unimos. As pessoas estão muito próximas umas das outras, prestando solidariedade e força para levar o trabalho adiante com a mesma alegria que Domingos levou. Sentimos muito sua presença e energia. Temos a impressão de que ele faz parte de nós e está presente conosco – queira o destino que para sempre", disse Luperi ao 'GShow'.
As primeiras gravações sem a participação de Montagner emocionaram o elenco. "Essa nova linguagem com uma câmera em seu lugar deixou as cenas com muita luz. São momentos de muita emoção para a equipe toda e as imagens estão ficando com um tom muito bonito", opina o autor.
O autor, inclusive, esteve presente nas gravações. Para ele, essa é uma oportunidade do elenco se despedir de Santo, uma vez que não tiveram a chance de dar adeus ao colega de trabalho. Ele também dedicou o final de "Velho Chico" a Domingos. "Fica o nosso mais profundo agradecimento a tudo o que ele se dedicou e ao homem que ele é. E também uma homenagem ao nosso herói, Santo dos Anjos, defendido tão bem pelo ator em um país tão carente de pessoas dignas", disse. (As informações do Correio)
"Foi muito duro e difícil para todos, mas nós nos unimos. As pessoas estão muito próximas umas das outras, prestando solidariedade e força para levar o trabalho adiante com a mesma alegria que Domingos levou. Sentimos muito sua presença e energia. Temos a impressão de que ele faz parte de nós e está presente conosco – queira o destino que para sempre", disse Luperi ao 'GShow'.
As primeiras gravações sem a participação de Montagner emocionaram o elenco. "Essa nova linguagem com uma câmera em seu lugar deixou as cenas com muita luz. São momentos de muita emoção para a equipe toda e as imagens estão ficando com um tom muito bonito", opina o autor.
O autor, inclusive, esteve presente nas gravações. Para ele, essa é uma oportunidade do elenco se despedir de Santo, uma vez que não tiveram a chance de dar adeus ao colega de trabalho. Ele também dedicou o final de "Velho Chico" a Domingos. "Fica o nosso mais profundo agradecimento a tudo o que ele se dedicou e ao homem que ele é. E também uma homenagem ao nosso herói, Santo dos Anjos, defendido tão bem pelo ator em um país tão carente de pessoas dignas", disse. (As informações do Correio)
PRESIDENTE DA UGT DIZ NÃO CRER EM ENVIO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA NESTA SEMANA
O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, afirmou nesta segunda-feira, 26, após reunião com o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, que não acredita que o governo enviará nesta semana ao Congresso o texto da Reforma da Previdência. Segundo Patah, o ministro ficou de conversar ainda hoje com o presidente Michel Temer sobre a necessidade de melhorar o debate com os sindicalistas sobre o tema antes de enviar a proposta aos parlamentares.
"Antes de estar definido no cargo, o presidente se comprometeu que toda e qualquer mudança na área trabalhista viria após diálogo com as centrais, o que ainda não ocorreu", disse Patah, ressaltando que não há reuniões marcadas entre sindicalistas e governo para esta semana. "Não dá para colocar uma MP com essa responsabilidade sem ter diálogo com os trabalhadores."
Segundo ele, a promessa de Temer feita a apenas "10 parlamentares" não pode passar por cima de um compromisso com os trabalhadores. "Eu imagino que, pela sensibilidade que tem, ele vai valorizar os diálogos nos dois lugares, mas entre 10 parlamentares e 50 milhões de trabalhadores acho que ele vai preferir o povo", afirmou.
Por pressão da cúpula do PSDB, Temer acertou no início do mês que a proposta seria enviada até o dia 30 deste mês. Perto da eleição, a proposta teria menor influência política na campanha, agradando aos parlamentares da base, e faria com que Temer cumprisse a palavra com o PSDB no compromisso de enviar o texto ainda neste mês, evitando assim de ser acusado de "estelionato eleitoral", caso deixasse para fazê-lo depois da eleição.
Patah disse que o ministro Geddel afirmou que o texto da reforma ainda não está pronto, mas há algumas questões definidas, como a idade mínima de 65 anos. "Não entramos nos detalhes", disse. Segundo ele, a conversa de hoje serviu para que os sindicalistas mostrassem sua preocupação com o tema. "Nós temos ouvido de vários setores do governo informações da reforma trabalhista e previdenciária e isso nos deixa muito inseguros", disse. "Viemos ver com clareza a postura o governo." Para Patah, Geddel mostrou "sensibilidade" com os movimentos dos trabalhadores. "Entendemos que nesta semana não vai haver nenhuma surpresa no Congresso que trate da reforma da Previdência", disse. (As informações do Estadão)
"Antes de estar definido no cargo, o presidente se comprometeu que toda e qualquer mudança na área trabalhista viria após diálogo com as centrais, o que ainda não ocorreu", disse Patah, ressaltando que não há reuniões marcadas entre sindicalistas e governo para esta semana. "Não dá para colocar uma MP com essa responsabilidade sem ter diálogo com os trabalhadores."
Segundo ele, a promessa de Temer feita a apenas "10 parlamentares" não pode passar por cima de um compromisso com os trabalhadores. "Eu imagino que, pela sensibilidade que tem, ele vai valorizar os diálogos nos dois lugares, mas entre 10 parlamentares e 50 milhões de trabalhadores acho que ele vai preferir o povo", afirmou.
Por pressão da cúpula do PSDB, Temer acertou no início do mês que a proposta seria enviada até o dia 30 deste mês. Perto da eleição, a proposta teria menor influência política na campanha, agradando aos parlamentares da base, e faria com que Temer cumprisse a palavra com o PSDB no compromisso de enviar o texto ainda neste mês, evitando assim de ser acusado de "estelionato eleitoral", caso deixasse para fazê-lo depois da eleição.
Patah disse que o ministro Geddel afirmou que o texto da reforma ainda não está pronto, mas há algumas questões definidas, como a idade mínima de 65 anos. "Não entramos nos detalhes", disse. Segundo ele, a conversa de hoje serviu para que os sindicalistas mostrassem sua preocupação com o tema. "Nós temos ouvido de vários setores do governo informações da reforma trabalhista e previdenciária e isso nos deixa muito inseguros", disse. "Viemos ver com clareza a postura o governo." Para Patah, Geddel mostrou "sensibilidade" com os movimentos dos trabalhadores. "Entendemos que nesta semana não vai haver nenhuma surpresa no Congresso que trate da reforma da Previdência", disse. (As informações do Estadão)
OBRA NO CENTRO DE CONVENÇÕES NÃO TINHA ALVARÁ DA SUCOM
A obra que era realizada no local em que ocorreu o desabamento de parte da estrutura do Centro de Convenções, na sexta-feira, era irregular. A reforma do primeiro e segundo andares, com instalação de tirantes de sustentação entre os pavimentos, não tinha autorização da Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom). “Essas reformas não foram objeto de licenciamento da Sucom. Qualquer obra tem que ter nossa autorização. Nem o estado, nem a empresa responsável nos solicitou alvará”, apontou Sérgio Guanabara, secretário da Sucom. “Isso é muito grave. Uma obra pública desse porte estava irregular. Deu no que deu”, reforçou.
A Sucom informou ainda que, desde meados de 2015, o Centro de Convenções está interditado pelo órgão, que determinou a evacuação do prédio, o que foi objeto de recomendação do Ministério Público na época. Sobre a falta de alvará, a Secretaria estadual da Comunicação (Secom) não enviou explicações até o fechamento da edição. Ontem, o autor do projeto estrutural do Centro de Convenções, na década de 1970, o engenheiro civil Carlos Emílio Meneses Strauch, disse que houve demora no início das obras daquela etapa da reforma. Ele confirmou que o projeto de reforço da estrutura, também de sua autoria, estava pronto desde o ano passado.
“Em novembro, fechamos o orçamento da obra. Mas até antes disso apresentamos o projeto ao estado e recomendamos que fosse executado de forma emergencial”, contou. Acontece que, mesmo com a recomendação de emergência do ano passado, a ordem de serviço desta etapa da reforma só foi emitida no último dia 8. A Secretaria estadual do Turismo informou que a reforma foi conduzida de foram emergencial e cumpriu todas as exigências legais.
Titular da Setur na época em que o projeto de reforma foi feito, Nelson Pelegrino disse que “entraves burocráticos” atrasaram a obra. “Contratamos uma consultaria que deu um parecer. Estava tudo sendo feito dentro do cronograma. Agora, temos entraves burocráticos no país em relação a licitações e que, de certa forma, atrasaram etapas. Mas segui à risca o roteiro da consultoria. Deixei tudo licitado”.
Segundo o governador Rui Costa, foram contratadas empresas especializadas e “o equipamento estava em obras de reforço estrutural”. “O prejuízo material foi menor do que a perda de vidas”, comentou. O serviço consistia em substituir 21 tirantes em adiantado estado de corrosão e comprometiam a estabilidade do trecho estrutural daquele nível do prédio. A oxidação das peças de ligação dos tirantes com as vigas do piso provavelmente causou o desmoronamento. “Essas ligações estavam bem oxidadas”, explicou o engenheiro.
O coordenador da Câmara de Engenharia Civil do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA), Luiz Edmundo Campos, disse que 20 dos 21 novos tirantes chegaram a ser posicionados para substituição. Restava apenas a soldagem das peças nas vigas. “A soldagem estava em fase de testes quando a estrutura não aguentou”, revelou. A empresa Metro Engenharia e Consultoria, executora dos serviços de recuperação e substituição de vigas e pilares metálicos, apresentou relatório do próprio engenheiro responsável, onde ele exime a empresa de responsabilidade. “A Metro não teve nenhuma responsabilidade no ocorrido e isto só ocorreu devido ao adiantado grau de oxidação das ligações dos tirantes originais com as vigas do nível 33”.
Ontem à noite terminou o prazo de 72 horas dado pelo governo para que a estrutura do prédio se estabilizasse e fosse iniciada a perícia. O Departamento de Polícia Técnica informou que peritos visitarão o local hoje para acompanhar nova análise do Corpo de Bombeiros na área que cedeu. Se for atestado que o local não oferece riscos, a perícia será iniciada. (As informações do Correio)
A Sucom informou ainda que, desde meados de 2015, o Centro de Convenções está interditado pelo órgão, que determinou a evacuação do prédio, o que foi objeto de recomendação do Ministério Público na época. Sobre a falta de alvará, a Secretaria estadual da Comunicação (Secom) não enviou explicações até o fechamento da edição. Ontem, o autor do projeto estrutural do Centro de Convenções, na década de 1970, o engenheiro civil Carlos Emílio Meneses Strauch, disse que houve demora no início das obras daquela etapa da reforma. Ele confirmou que o projeto de reforço da estrutura, também de sua autoria, estava pronto desde o ano passado.
“Em novembro, fechamos o orçamento da obra. Mas até antes disso apresentamos o projeto ao estado e recomendamos que fosse executado de forma emergencial”, contou. Acontece que, mesmo com a recomendação de emergência do ano passado, a ordem de serviço desta etapa da reforma só foi emitida no último dia 8. A Secretaria estadual do Turismo informou que a reforma foi conduzida de foram emergencial e cumpriu todas as exigências legais.
Titular da Setur na época em que o projeto de reforma foi feito, Nelson Pelegrino disse que “entraves burocráticos” atrasaram a obra. “Contratamos uma consultaria que deu um parecer. Estava tudo sendo feito dentro do cronograma. Agora, temos entraves burocráticos no país em relação a licitações e que, de certa forma, atrasaram etapas. Mas segui à risca o roteiro da consultoria. Deixei tudo licitado”.
Segundo o governador Rui Costa, foram contratadas empresas especializadas e “o equipamento estava em obras de reforço estrutural”. “O prejuízo material foi menor do que a perda de vidas”, comentou. O serviço consistia em substituir 21 tirantes em adiantado estado de corrosão e comprometiam a estabilidade do trecho estrutural daquele nível do prédio. A oxidação das peças de ligação dos tirantes com as vigas do piso provavelmente causou o desmoronamento. “Essas ligações estavam bem oxidadas”, explicou o engenheiro.
O coordenador da Câmara de Engenharia Civil do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA), Luiz Edmundo Campos, disse que 20 dos 21 novos tirantes chegaram a ser posicionados para substituição. Restava apenas a soldagem das peças nas vigas. “A soldagem estava em fase de testes quando a estrutura não aguentou”, revelou. A empresa Metro Engenharia e Consultoria, executora dos serviços de recuperação e substituição de vigas e pilares metálicos, apresentou relatório do próprio engenheiro responsável, onde ele exime a empresa de responsabilidade. “A Metro não teve nenhuma responsabilidade no ocorrido e isto só ocorreu devido ao adiantado grau de oxidação das ligações dos tirantes originais com as vigas do nível 33”.
Ontem à noite terminou o prazo de 72 horas dado pelo governo para que a estrutura do prédio se estabilizasse e fosse iniciada a perícia. O Departamento de Polícia Técnica informou que peritos visitarão o local hoje para acompanhar nova análise do Corpo de Bombeiros na área que cedeu. Se for atestado que o local não oferece riscos, a perícia será iniciada. (As informações do Correio)
ADOLESCENTE DE 15 ANOS É MORTO A FACADAS EM DIAS D'ÁVILA
Um adolescente de 15 anos foi morto a facadas na tarde desta segunda-feira (26) em Dias D'Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Segundo informações da Central de Polícia, o crime aconteceu por volta das 17h, no bairro Leandrinho.
Ainda de acordo com a polícia, a vítima foi atingida por golpes na cabeça. Não há informações ainda sobre a autoria e a motivação do crime. O caso será investigado pela 25ª Delegacia (Dias D'Ávila).
Outro crime - Ainda na RMS, a polícia investiga a morte de Deivisson Santana dos Santos, 29 anos. Ele foi morto a tiros por volta das 7h30, no bairro de Itinga, em Lauro de Freitas. O crime aconteceu na Rua Germano Oliveira, no cruzamento com a Avenida Fortaleza.
Segundo a polícia, Deivisson foi baleado por um homem não identificado, chegou a ser socorrido para o Hospital Menandro de Faria, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. (As informações do Correio)
Ainda de acordo com a polícia, a vítima foi atingida por golpes na cabeça. Não há informações ainda sobre a autoria e a motivação do crime. O caso será investigado pela 25ª Delegacia (Dias D'Ávila).
Outro crime - Ainda na RMS, a polícia investiga a morte de Deivisson Santana dos Santos, 29 anos. Ele foi morto a tiros por volta das 7h30, no bairro de Itinga, em Lauro de Freitas. O crime aconteceu na Rua Germano Oliveira, no cruzamento com a Avenida Fortaleza.
Segundo a polícia, Deivisson foi baleado por um homem não identificado, chegou a ser socorrido para o Hospital Menandro de Faria, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. (As informações do Correio)
SHOPPING ITAIGARA É CONDENADO A INDENIZAR PORTEIRA CHAMADA DE 'NIGRINHA' POR SÍNDICA
O Shopping Itaigara foi condenado a pagar indenização por dano moral no valor de R$ 50 mil a uma porteira que foi "insultada, ultrajada e submetida a tratamento desumano" durante o tempo em que trabalhou no local. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) não reconheceu o recurso do shopping e manteve a condenação arbitrada pelo Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA). Em primeira instância, a 13ª Vara do Trabalho de Salvador havia condenado o estabelecimento a indenizar a porteira em R$ 5 mil, mas o TRT elevou o valor da condenação, por entender que a conduta do condomínio, perpetrada por meio da sua síndica, mostrou-se "um caso extremo de abuso do poder diretivo do empregador".
Uma testemunha revelou que a síndica ameaçou a empregada com dispensa antes que deixasse o cargo, dizendo-lhe que tinha vontade de esfregar a sua cara "contra a parede até sangrar". Em outra ocasião presenciou a síndica xingá-la de "vagabunda", "cachorra" e termos de baixo calão. Outra testemunha ouvida pela Justiça do Trabalho afirmou que viu a empregada ser destratada e chamada de "prostituta" "nigrinha", "incompetente", "descarada", "burra".
Segundo o depoimento, a síndica batia na mesa quando a encontrava sentada, mas ela não reagia aos xingamentos, quase sempre se limitando a chorar depois. Acrescentou ainda que a síndica não escondia a forma como tratava a empregada, mesmo na presença de outros lojistas, fornecedores, visitantes e colegas de trabalho. O Shopping Itaigara, no recurso ao TST, tentou reduzir o valor da indenização.
O ministro José Roberto Freire Pimenta, relator do caso, ressaltou que a indenização foi fixada pelo TRT-BA com base no conjunto fático-probatório dos autos, levando-se em conta o porte econômico do shopping, a gravidade da sua conduta e a potencial reincidência no ilícito. O relator ainda considerou que o valor da indenização não é ínfimo e não fere o bom senso jurídico. A decisão foi unanime. (As informações do BN)
Uma testemunha revelou que a síndica ameaçou a empregada com dispensa antes que deixasse o cargo, dizendo-lhe que tinha vontade de esfregar a sua cara "contra a parede até sangrar". Em outra ocasião presenciou a síndica xingá-la de "vagabunda", "cachorra" e termos de baixo calão. Outra testemunha ouvida pela Justiça do Trabalho afirmou que viu a empregada ser destratada e chamada de "prostituta" "nigrinha", "incompetente", "descarada", "burra".
Segundo o depoimento, a síndica batia na mesa quando a encontrava sentada, mas ela não reagia aos xingamentos, quase sempre se limitando a chorar depois. Acrescentou ainda que a síndica não escondia a forma como tratava a empregada, mesmo na presença de outros lojistas, fornecedores, visitantes e colegas de trabalho. O Shopping Itaigara, no recurso ao TST, tentou reduzir o valor da indenização.
O ministro José Roberto Freire Pimenta, relator do caso, ressaltou que a indenização foi fixada pelo TRT-BA com base no conjunto fático-probatório dos autos, levando-se em conta o porte econômico do shopping, a gravidade da sua conduta e a potencial reincidência no ilícito. O relator ainda considerou que o valor da indenização não é ínfimo e não fere o bom senso jurídico. A decisão foi unanime. (As informações do BN)
CANDIDATOS À PREFEITURA DE SALVADOR INTENSIFICAM CAMINHADAS NA CAPITAL
O candidato à reeleição, ACM Neto (DEM), faz hoje quatro caminhadas: às 10h, no Uruguai; às 11h, no Alto do Peru; às 17h em Jaguaripe/Cajazeiras e às 18h no Bairro da Paz. A agenda inclui ainda gravação de programa eleitoral às 15h e participação em eventos de candidatos a vereador à noite. Ontem, ele fez uma carreata da Cidade Nova até Politeama e caminhou em Pau da Lima.
A candidata Alice Portugal (PCdoB) marca presença às 8h na missa de São Cosme e Damião, na Liberdade, e participa da sabatina do CORREIO/iBahia às 10h. Às 14h, ela vai a uma plenária com servidores públicos municipais; às 15h a uma caravana no Costa Azul; e às 19h a uma plenária no Ginásio dos Bancários. Ontem, ela fez uma caravana no Alto das Pombas e foi a um ato LGBT no Rio Vermelho.
O candidato Pastor Isidório (PDT) participa de caravana no Conjunto Pirajá às 8h30 e, até as 12h, vai a diversos bairros, como Marechal Rondon, São Caetano e Bom Juá. À tarde, visita a San Martin e, às 19h, participa de debate na Faculdade Ruy Barbosa/ Área 1.
O candidato Claudio Silva (PP) faz caminhadas, grava programa eleitoral, se encontra com lideranças evangélicas, atende no comitê e caminha pelo Pelourinho. Ontem, Isidório e Claudio participaram da sabatina do CORREIO/iBahia.
A candidata Alice Portugal (PCdoB) marca presença às 8h na missa de São Cosme e Damião, na Liberdade, e participa da sabatina do CORREIO/iBahia às 10h. Às 14h, ela vai a uma plenária com servidores públicos municipais; às 15h a uma caravana no Costa Azul; e às 19h a uma plenária no Ginásio dos Bancários. Ontem, ela fez uma caravana no Alto das Pombas e foi a um ato LGBT no Rio Vermelho.
O candidato Pastor Isidório (PDT) participa de caravana no Conjunto Pirajá às 8h30 e, até as 12h, vai a diversos bairros, como Marechal Rondon, São Caetano e Bom Juá. À tarde, visita a San Martin e, às 19h, participa de debate na Faculdade Ruy Barbosa/ Área 1.
O candidato Claudio Silva (PP) faz caminhadas, grava programa eleitoral, se encontra com lideranças evangélicas, atende no comitê e caminha pelo Pelourinho. Ontem, Isidório e Claudio participaram da sabatina do CORREIO/iBahia.
COMISSÃO DE ÉTICA VAI EXAMINAR FALA DE MINISTRO DA JUSTIÇA
A Comissão de Ética Pública, vinculada à Presidência da República, vai discutir nesta terça-feira, 27, se abre um procedimento para investigar as declarações do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, sobre a Operação Lava Jato. No Congresso, a oposição ao governo Michel Temer anunciou duas medidas: PT e PCdoB entraram com representação na Procuradoria-Geral da República contra o ministro e parlamentares estudam convocá-lo para prestar esclarecimentos sobre a afirmação de que uma nova fase da operação poderia ser deflagrada nesta semana.
Segundo o presidente da comissão, Mauro Menezes, o caso será analisado pelo colegiado, que é responsável por "zelar pela integridade das informações privilegiadas". "Decidi submeter ao colegiado este tema relacionado à conduta do ministro da Justiça no pronunciamento que teria feito em um evento de campanha no domingo. Nós vamos examinar se pediremos esclarecimentos", disse Menezes.
De acordo com o Código Penal, um funcionário público comete crime contra a administração quando revela um fato de que tem ciência em razão do cargo e que deveria permanecer em segredo. Para a oposição, houve violação de sigilo funcional e improbidade administrativa. Caso as acusações sejam confirmadas, os senadores pedem que o ministro seja afastado do cargo. (As informações do Estadão)
Segundo o presidente da comissão, Mauro Menezes, o caso será analisado pelo colegiado, que é responsável por "zelar pela integridade das informações privilegiadas". "Decidi submeter ao colegiado este tema relacionado à conduta do ministro da Justiça no pronunciamento que teria feito em um evento de campanha no domingo. Nós vamos examinar se pediremos esclarecimentos", disse Menezes.
De acordo com o Código Penal, um funcionário público comete crime contra a administração quando revela um fato de que tem ciência em razão do cargo e que deveria permanecer em segredo. Para a oposição, houve violação de sigilo funcional e improbidade administrativa. Caso as acusações sejam confirmadas, os senadores pedem que o ministro seja afastado do cargo. (As informações do Estadão)
LEVANTAMENTO APONTA ÍNDICE DE BEM-ESTAR URBANO; SALVADOR ESTÁ EM 16ª POSIÇÃO
Um levantamento inédito do Observatório das Metrópoles, coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, avaliou o Índice de Bem-Estar Urbano (Ibeu) das cidades do país. O ranking é liderado por Vitória (ES), com 0,9 de Ibeu, seguida de Goiânia (GO), com 0,874; Curitiba (PR), com 0,874; Belo Horizonte, com 0,819; Porto Alegre, com 0,899. Salvador está em 16º lugar, com 0,7719, perdendo ainda para Recife (0,7758); Fortaleza (0,7819); João Pessoa (0,7992); São Paulo (0,8119). Cinco indicadores de qualidade foram avaliados pelo estudo: mobilidade urbana, considerando o tempo de deslocamento de casa para o trabalho; condições ambientais (arborização, esgoto a céu aberto, lixo acumulado); condições habitacionais (número de pessoas por domicílio e de dormitórios); serviços coletivos urbanos (abastecimento adequado de água, esgoto, energia e coleta de lixo); e infraestrutura. (As informações do BN)
ELEITORES NÃO PODEM SER PRESOS A PARTIR DESTA TERÇA
Por determinação do Código Eleitoral, em vigor desde 1965, os eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira (27), exceto em casos de flagrante ou cumprimento de sentença criminal. A regra vale para até 48 horas após o encerramento da votação para prefeitos e vereadores, que ocorre neste domingo (2). "Nenhuma autoridade poderá, desde 5 (cinco) dias antes e até 48 (quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto.
"Segundo informações da Agência Brasil, com a norma, não devem ser cumpridos pela Polícia Federal, principalmente no contexto da Operação Lava Jato, para evitar nulidade dos processos criminais. O objetivo da regra é garantir a liberdade de voto. A norma começou a ser praticada desde 1932, para evitar a influência dos coronéis da época, que tentavam intimidar o eleitorado local. Apesar de juristas questionarem a manutenção da proibição, o tópico ainda não foi questionado no Supremo Tribunal Federal (STF). (As informações do Estadão)
"Segundo informações da Agência Brasil, com a norma, não devem ser cumpridos pela Polícia Federal, principalmente no contexto da Operação Lava Jato, para evitar nulidade dos processos criminais. O objetivo da regra é garantir a liberdade de voto. A norma começou a ser praticada desde 1932, para evitar a influência dos coronéis da época, que tentavam intimidar o eleitorado local. Apesar de juristas questionarem a manutenção da proibição, o tópico ainda não foi questionado no Supremo Tribunal Federal (STF). (As informações do Estadão)
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
JOÃO HENRIQUE PROPÕE AÇÕES DE VALORIZAÇÃO DOS ARTISTAS DA GRAFITAGEM
João Henrique participou de uma reunião, com os 'artistas de rua', na última sexta-feira, no Instituto de Cultura Brasil Itália Europa (ICBIE), no bairro da Ribeira, onde os grafiteiros oficializaram o apoio a sua candidatura para vereador da Cidade do Salvador. O encontro foi mediado pelo diretor do Instituto, Pietro Gallina, que na oportunidade, sugeriu como projeto, a ser discutido na Câmara, a criação de um espaço para exposição - galeria - dos artistas de rua.
Tal indicação é fortalecida pelo fato de Salvador ter sido pioneira no apoio a arte das ruas “quando fui diretor da Limpurb, no governo João Henrique, as reclamações de pichações na cidade se multiplicavam, não só na ouvidoria do município como nas emissoras de rádio e televisão. De posse dessas reclamações decidi procurar pelos 'pichadores', na época, a fim de oferecer uma possibilidade de trabalho dentro do que eles tinham de melhor: a arte nas veias”, revela Tucunaré. “Com o projeto nas mãos, fomos então ao prefeito que de imediato aprovou a ideia que transformaria os muros em grandes painéis coloridos na Cidade do Salvador, a arte das ruas. E assim nasceu o Projeto "Salvador Grafita", quando tiramos mais de 200 pichadores das ruas e demos emprego e dignidade. Um projeto modesto que revelou grandes artistas para o mundo, a partir de Salvador”, complementou.
O apoio dos Grafiteiros, a João Henrique, chega num momento de incertezas para os artistas que estão sendo tratados, pela atual gestão, como pichadores e marginalizados “fui agredido e preso por membros da Guarda Municipal, quando pintava um painel no Comércio. Me prenderam e me levaram para delegacia onde registraram queixa e depois fui intimado por um juiz para prestar esclarecimentos. É dessa forma que o prefeito tem tratado os grafiteiros” diz o artista de rua Jacson. Na oportunidade, diante dos depoimentos e reclamações, do abandono da prefeitura ao projeto. João Henrique assumiu o compromisso de lutar pelo espaço destinado a exposição da arte de rua e bem como o seu reconhecimento pela atual gestão da importância dos grafiteiros, não só para a beleza da cidade quanto para sua economia. Além de propor a retomada do Projeto 'Salvador Grafita' que tanto bem trouxe para a cidade "esse é um compromisso que assumo com vocês da mesma forma que assumi com os funcionários públicos, que a três anos não tem aumento de salário e, com os ambulantes, que hoje em dia tem que pagar uma taxa à prefeitura se quiser trabalhar" afirmou João.
O ICBIE, foi a primeira instituição a reconhecer o talento dos grafiteiros, que foram retirados das ruas por meio do projeto ‘Salvador Grafita’, no governo João Henrique, e oferecer oportunidade e visibilidade da arte de rua produzida em Salvador para a Europa.
Tal indicação é fortalecida pelo fato de Salvador ter sido pioneira no apoio a arte das ruas “quando fui diretor da Limpurb, no governo João Henrique, as reclamações de pichações na cidade se multiplicavam, não só na ouvidoria do município como nas emissoras de rádio e televisão. De posse dessas reclamações decidi procurar pelos 'pichadores', na época, a fim de oferecer uma possibilidade de trabalho dentro do que eles tinham de melhor: a arte nas veias”, revela Tucunaré. “Com o projeto nas mãos, fomos então ao prefeito que de imediato aprovou a ideia que transformaria os muros em grandes painéis coloridos na Cidade do Salvador, a arte das ruas. E assim nasceu o Projeto "Salvador Grafita", quando tiramos mais de 200 pichadores das ruas e demos emprego e dignidade. Um projeto modesto que revelou grandes artistas para o mundo, a partir de Salvador”, complementou.
O apoio dos Grafiteiros, a João Henrique, chega num momento de incertezas para os artistas que estão sendo tratados, pela atual gestão, como pichadores e marginalizados “fui agredido e preso por membros da Guarda Municipal, quando pintava um painel no Comércio. Me prenderam e me levaram para delegacia onde registraram queixa e depois fui intimado por um juiz para prestar esclarecimentos. É dessa forma que o prefeito tem tratado os grafiteiros” diz o artista de rua Jacson. Na oportunidade, diante dos depoimentos e reclamações, do abandono da prefeitura ao projeto. João Henrique assumiu o compromisso de lutar pelo espaço destinado a exposição da arte de rua e bem como o seu reconhecimento pela atual gestão da importância dos grafiteiros, não só para a beleza da cidade quanto para sua economia. Além de propor a retomada do Projeto 'Salvador Grafita' que tanto bem trouxe para a cidade "esse é um compromisso que assumo com vocês da mesma forma que assumi com os funcionários públicos, que a três anos não tem aumento de salário e, com os ambulantes, que hoje em dia tem que pagar uma taxa à prefeitura se quiser trabalhar" afirmou João.
O ICBIE, foi a primeira instituição a reconhecer o talento dos grafiteiros, que foram retirados das ruas por meio do projeto ‘Salvador Grafita’, no governo João Henrique, e oferecer oportunidade e visibilidade da arte de rua produzida em Salvador para a Europa.
PF CUMPRE MANDADOS DA LAVA JATO EM SALVADOR E LAURO DE FREITAS
A Polícia Federal, com o apoio da Receita Federal, deflagrou na manhã desta segunda (26) a 35ª fase da Operação Lava Jato, intitulada Operação Omertà. Na Bahia, os mandados serão em Salvador, nos bairros do Horto e Stiep, e nos municípios da Região Metropolitana (RMS) Lauro de Freitas e Camaçari. No total, as equipes policiais estão cumprindo 45 ordens judiciais, sendo 27 mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão temporária e 15 mandados de condução coercitiva. Aproximadamente 180 policiais federais e auditores fiscais estão cumprindo as determinações judiciais em cidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
A operação - Segundo a Polícia Federal, nesta fase da operação são investigados indícios de uma relação criminosa entre um ex-ministro da Casa Civil e da Fazenda, Antônio Palocci, com o comando da principal empreiteira do país. Palocci foi preso no início da manhã de hoje. Ainda de acordo com a investigação da PF, o ex-ministro atuou diretamente como intermediário do grupo político do qual faz parte perante o Grupo Odebrecht. Há indícios de que ele atuou de forma direta a propiciar vantagens econômicas ao grupo empresarial nas mais diversas áreas de contratação com o Poder Público, tendo sido ele próprio e personagens de seu grupo político beneficiados com vultosos valores ilícitos.
Dentre as negociações identificadas foi possível delinear as negociações entre o Grupo Odebrecht e o ex-ministro para a tentativa de aprovação do projeto de lei de conversão da MP 460/2009, que resultaria em imensos benefícios fiscais, aumento da linha de crédito junto ao BNDES para país africano com a qual a empresa tinha relações comerciais, além de interferência no procedimento licitatório da Petrobras para aquisição de 21 navios sonda para exploração da camada pré sal.
Outro núcleo da investigação apura pagamentos efetuados pelo chamado “setor de operações estruturadas” do Grupo Odebrecht para diversos beneficiários que estão sendo alvo de medidas de busca e condução coercitiva. São apuradas as práticas, dentre outros crimes, de corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
O nome Omertà dado à investigação policial é uma referência a origem italiana do codinome que a construtora usava para fazer referência ao principal investigado da fase ("italiano"), bem como ao voto de silêncio que imperava no Grupo Odebrecht que, ao ser quebrado por integrantes do “setor de operações estruturadas” permitiu o aprofundamento das investigações. Além disso, o nome remete a postura atual do comando da empresa que se mostra relutante em assumir e descrever os crimes praticados.
Os investigados com mandados de condução coercitiva estão sendo levados às sedes da Polícia Federal nas respectivas cidades onde foram localizados para prestarem os esclarecimentos necessários. Eles serão ouvidos e liberados. Já os investigados com prisão cautelar decretada serão levados à sede da Polícia Federal em Curitiba onde permanecerão à disposição das autoridades responsáveis pela investigação. (As informações do Correio)
A operação - Segundo a Polícia Federal, nesta fase da operação são investigados indícios de uma relação criminosa entre um ex-ministro da Casa Civil e da Fazenda, Antônio Palocci, com o comando da principal empreiteira do país. Palocci foi preso no início da manhã de hoje. Ainda de acordo com a investigação da PF, o ex-ministro atuou diretamente como intermediário do grupo político do qual faz parte perante o Grupo Odebrecht. Há indícios de que ele atuou de forma direta a propiciar vantagens econômicas ao grupo empresarial nas mais diversas áreas de contratação com o Poder Público, tendo sido ele próprio e personagens de seu grupo político beneficiados com vultosos valores ilícitos.
Dentre as negociações identificadas foi possível delinear as negociações entre o Grupo Odebrecht e o ex-ministro para a tentativa de aprovação do projeto de lei de conversão da MP 460/2009, que resultaria em imensos benefícios fiscais, aumento da linha de crédito junto ao BNDES para país africano com a qual a empresa tinha relações comerciais, além de interferência no procedimento licitatório da Petrobras para aquisição de 21 navios sonda para exploração da camada pré sal.
Outro núcleo da investigação apura pagamentos efetuados pelo chamado “setor de operações estruturadas” do Grupo Odebrecht para diversos beneficiários que estão sendo alvo de medidas de busca e condução coercitiva. São apuradas as práticas, dentre outros crimes, de corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
O nome Omertà dado à investigação policial é uma referência a origem italiana do codinome que a construtora usava para fazer referência ao principal investigado da fase ("italiano"), bem como ao voto de silêncio que imperava no Grupo Odebrecht que, ao ser quebrado por integrantes do “setor de operações estruturadas” permitiu o aprofundamento das investigações. Além disso, o nome remete a postura atual do comando da empresa que se mostra relutante em assumir e descrever os crimes praticados.
Os investigados com mandados de condução coercitiva estão sendo levados às sedes da Polícia Federal nas respectivas cidades onde foram localizados para prestarem os esclarecimentos necessários. Eles serão ouvidos e liberados. Já os investigados com prisão cautelar decretada serão levados à sede da Polícia Federal em Curitiba onde permanecerão à disposição das autoridades responsáveis pela investigação. (As informações do Correio)
PALOCCI É PRESO NA LAVA JATO; MANDADOS SÃO CUMPRIDOS NA BA
O ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, Antonio Palocci, foi preso na 35ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta segunda-feira, 26, pela Polícia Federal (PF). A ação, denominada "Omertà", cumpre 45 mandados na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Na capital baiana, policiais federais cumprem duas ordens judiciais de busca e apreensão e de condução coercitiva. Eles também fazem buscas em Camaçari, onde uma pessoa será conduzida para depor. Não há informações sobre os alvos da operação na Bahia.
Palocci - O ex-ministro Palocci é o principal alvo dessa fase da ação. De acordo com a PF, são investigados indícios de que ele teria beneficiado o Grupo Odebrecht, oferecendo vantagens econômicas para a empresa. Em contrapartida, ele recebia propina. Em uma das intervenções, Palocci teria, segundo a PF, atuado na tentativa de aprovação do projeto de lei de conversão da MP 460/2009 (que resultaria em imensos benefícios fiscais), além de aumento da linha de crédito junto ao BNDES para país africano com a qual a Odebrecht tinha relações comerciais.
Ele também teria interferido na licitação feita pela Petrobras para aquisição de 21 navios sonda para exploração da campada pré-sal.
Palocci passou a ser investigado a partir da delação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele afirmou que Alberto Youssef lhe pediu, em 2010, R$ 2 milhões da cota de propinas do PP para a campanha da ex-presidente Dilma Rousseff. De acordo com ele, o pedido foi encomendado pelo ex-ministro. Palocci foi ministro da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e ministro da Fazenda de Lula.
Outros alvos - Além de Palocci, essa nova fase da Lava Jato também apura pagamentos feitos pelo chamado "setor de operações estruturadas" da Odebrecht para diversos beneficiários que são alvos dessa etapa da ação. São apuradas as práticas, dentre outros crimes, de corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
A 35ª fase da Lava Jato foi batizada de "Omertà" porque essa é uma expressão que a máfia italiana usa para se referir a um código de honra deles. De acordo com a PF, a Odebrecht tinha feito um "voto de silêncio, que, ao ser quebrado por integrantes do 'setor de operações estruturadas' permitiu o aprofundamento das investigações".
Contudo, a PF também alega que "a postura atual do comando da empresa se mostra relutante em assumir e descrever os crimes praticados".
Segundo a PF, a expressão "Omertà" também faz referência a fato da Odebrecht chamar Palocci de "italiano".
Outro ministro - Na semana passada, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi preso na 34ª fase da Lava Jato. Ele foi liberado no mesmo dia por decisão do juiz Sergio Moro, que alegou o estado de saúde da mulher de Mantega. Ela tinha sido internada no hospital para realizar uma cirurgia. Inclusive, o ex-ministro estava na unidade de saúde para acompanhá-la. (As informações do Estadão)
Palocci - O ex-ministro Palocci é o principal alvo dessa fase da ação. De acordo com a PF, são investigados indícios de que ele teria beneficiado o Grupo Odebrecht, oferecendo vantagens econômicas para a empresa. Em contrapartida, ele recebia propina. Em uma das intervenções, Palocci teria, segundo a PF, atuado na tentativa de aprovação do projeto de lei de conversão da MP 460/2009 (que resultaria em imensos benefícios fiscais), além de aumento da linha de crédito junto ao BNDES para país africano com a qual a Odebrecht tinha relações comerciais.
Ele também teria interferido na licitação feita pela Petrobras para aquisição de 21 navios sonda para exploração da campada pré-sal.
Palocci passou a ser investigado a partir da delação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele afirmou que Alberto Youssef lhe pediu, em 2010, R$ 2 milhões da cota de propinas do PP para a campanha da ex-presidente Dilma Rousseff. De acordo com ele, o pedido foi encomendado pelo ex-ministro. Palocci foi ministro da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e ministro da Fazenda de Lula.
Outros alvos - Além de Palocci, essa nova fase da Lava Jato também apura pagamentos feitos pelo chamado "setor de operações estruturadas" da Odebrecht para diversos beneficiários que são alvos dessa etapa da ação. São apuradas as práticas, dentre outros crimes, de corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
A 35ª fase da Lava Jato foi batizada de "Omertà" porque essa é uma expressão que a máfia italiana usa para se referir a um código de honra deles. De acordo com a PF, a Odebrecht tinha feito um "voto de silêncio, que, ao ser quebrado por integrantes do 'setor de operações estruturadas' permitiu o aprofundamento das investigações".
Contudo, a PF também alega que "a postura atual do comando da empresa se mostra relutante em assumir e descrever os crimes praticados".
Segundo a PF, a expressão "Omertà" também faz referência a fato da Odebrecht chamar Palocci de "italiano".
Outro ministro - Na semana passada, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi preso na 34ª fase da Lava Jato. Ele foi liberado no mesmo dia por decisão do juiz Sergio Moro, que alegou o estado de saúde da mulher de Mantega. Ela tinha sido internada no hospital para realizar uma cirurgia. Inclusive, o ex-ministro estava na unidade de saúde para acompanhá-la. (As informações do Estadão)
JOVEM É PRESA CO 9KG DE HAXIXE NO AEROPORTO DE SALVADOR
Uma jovem não identificada de 23 anos foi presa no sábado, 24, após dembarcar com 9,32kg de haxixe, droga derivada da maconha, no aeroporto de Salvador. Segundo a Receita Federal, a jovem vinha de Lisboa, capital de Portugal. Os agentes da Receita Federal que estavam de plantão identificaram a droga nas imagens do raio-X. Os pacotes estavam escondidos em um fundo falso da mala da jovem. Outros pacotes foram encontrados na mochila. A jovem, que é de Curitiba, mas mora em Andorra, na Europa, foi encaminada com a dorga para a Polícia Federal. (As informações do A Tarde)
POLÍCIA FEDERAL CUMPRE A 35ª FASE DA LAVA JATO E PRENDE ANTONIO PALAOCCI
O ex-ministro Antonio Palocci (PT) foi preso na 35ª fase da Operação Lava Jato, que foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta segunda-feira (26). Ao todo, foram expedidos 45 mandados judiciais, sendo 27 de busca e apreensão, três de prisão temporária e 15 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois liberada. A operação ocorre em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.
O ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci, que foi preso nesta madrugada como parte da 35ª fase da operação Lava Jato, em foto de
Antônio Palocci foi ministro da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e ministro da Fazenda no governo Lula. A prisão dele foi pedida pela PF e acatada pela Justiça. O ex-ministro foi detido em apartamento na Alameda Itu, no bairro Jardins, em São Paulo, e será levado da PF na capital paulista para a carceragem da PF em Curitiba, no ínicio da tarde. Os policiais também cumprem mandados na casa e no escritório do ex-ministro.
Os outros dois presos são: o ex-secretário da Casa Civil Juscelino Antônio Dourado e Branislav Kontic, que atuou como assessor na campanha de Palocci em 2006. Eles também serão levados para Curitiba.
Suspeitas de propina - A 35ª fase apura a relação entre o Grupo Odebrechet e o ex-ministro Antonio Palocci. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há evidências de que o Palocci e Branislav receberam propina para atuar em favor da empreiteira. "Conforme planilha apreendida durante a operação, identificou-se que entre 2008 e o final de 2013, foram pagos mais de R$ 128 milhões ao PT e seus agentes, incluindo Palocci. Remanesceu, ainda, em outubro de 2013, um saldo de propina de R$ 70 milhões, valores estes que eram destinados também ao ex-ministro para que ele os gerisse no interesse do Partido dos Trabalhadores", diz o MPF.
As suspeitas sobre Palocci na Lava Jato surgiram na delação do ex-diretor de Abastecimento da PetrobrasPaulo Roberto Costa. Ele disse que, em 2010, o doleiro Alberto Youssef lhe pediu R$ 2 milhões da cota de propinas do PP para a campanha presidencial da ex-presidente Dilma Rousseff. O pedido teria sido feito por encomenda de Palocci. Youssef está preso na PF em Curitiba.
O que diz o suspeito - O advogado de Palocci, José Roberto Batochio, disse que a Lava Jato "parece um espetáculo". “O show tem que continuar. O circo tem que continuar”, afirmou. Batochio também estranhou o fato de o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, ter anunciado no domingo (25) que haveria Lava Jato nesta semana. “O fato de ele anunciar em um encontro do PSDB que haverá novas diligências não é estranho. Aécio [Neves] denunciado, Anastasia denunciado, Serra. Por que será [que anunciou no evento]?” Para Batochio, “as liberdades constitucionais foram sequestradas em Curitiba”. “Ninguém faz nada. Um silêncio absoluto”, disse. (As informações do G1)
O ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci, que foi preso nesta madrugada como parte da 35ª fase da operação Lava Jato, em foto de
Antônio Palocci foi ministro da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e ministro da Fazenda no governo Lula. A prisão dele foi pedida pela PF e acatada pela Justiça. O ex-ministro foi detido em apartamento na Alameda Itu, no bairro Jardins, em São Paulo, e será levado da PF na capital paulista para a carceragem da PF em Curitiba, no ínicio da tarde. Os policiais também cumprem mandados na casa e no escritório do ex-ministro.
Os outros dois presos são: o ex-secretário da Casa Civil Juscelino Antônio Dourado e Branislav Kontic, que atuou como assessor na campanha de Palocci em 2006. Eles também serão levados para Curitiba.
Suspeitas de propina - A 35ª fase apura a relação entre o Grupo Odebrechet e o ex-ministro Antonio Palocci. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), há evidências de que o Palocci e Branislav receberam propina para atuar em favor da empreiteira. "Conforme planilha apreendida durante a operação, identificou-se que entre 2008 e o final de 2013, foram pagos mais de R$ 128 milhões ao PT e seus agentes, incluindo Palocci. Remanesceu, ainda, em outubro de 2013, um saldo de propina de R$ 70 milhões, valores estes que eram destinados também ao ex-ministro para que ele os gerisse no interesse do Partido dos Trabalhadores", diz o MPF.
As suspeitas sobre Palocci na Lava Jato surgiram na delação do ex-diretor de Abastecimento da PetrobrasPaulo Roberto Costa. Ele disse que, em 2010, o doleiro Alberto Youssef lhe pediu R$ 2 milhões da cota de propinas do PP para a campanha presidencial da ex-presidente Dilma Rousseff. O pedido teria sido feito por encomenda de Palocci. Youssef está preso na PF em Curitiba.
O que diz o suspeito - O advogado de Palocci, José Roberto Batochio, disse que a Lava Jato "parece um espetáculo". “O show tem que continuar. O circo tem que continuar”, afirmou. Batochio também estranhou o fato de o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, ter anunciado no domingo (25) que haveria Lava Jato nesta semana. “O fato de ele anunciar em um encontro do PSDB que haverá novas diligências não é estranho. Aécio [Neves] denunciado, Anastasia denunciado, Serra. Por que será [que anunciou no evento]?” Para Batochio, “as liberdades constitucionais foram sequestradas em Curitiba”. “Ninguém faz nada. Um silêncio absoluto”, disse. (As informações do G1)
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