O falso jornalista João Andrade Neto, proprietário do site Pura Política, que foi preso na tarde desta quarta, na operação da Polícia Civil batizada de Fúria, estava extorquindo empresários e politicos. Entre as vítimas, do falso jornalista, estão o construtor Carlos Suarez, o geólogo João Carlos Cavalcanti e o advogado Francisco Bastos.
Ao todo, seis empresários denunciaram Neto à polícia, mas a Secretaria de Segurança Pública não revelou o nome dos empresários extorquidos. Segundo informações do Jornal A Tarde, Neto extorquiu R$ 50 mil do geólogo e empresário de mineração João Carlos Cavalcanti. Já o empresário da construção civil Carlos Suarez e o advogado Francisco Bastos sofreram extorsão de R$ 1 milhão.
Os três não chegaram a pagar os valores e denunciaram o golpe à polícia, que possui essas informações formalmente. As vítimas não conseguiram ser contatadas. César Nunes disse que como João Neto não possui nível superior, ele vai ficar preso numa cela comum.
Ele responde a 13 processos judiciais que tramitam no Tribunal de Justiça (TJ-BA). Somente o empresário do ramo imobiliário Carlos Seabra Suarez move três processos por calúnia, difamação e injúria contra Neto. Entre os autores das ações, há personalidades políticas, como os deputados federais Marcos Medrado e Marcelo Guimarães Filho; o candidato a governador do Estado pelo PMDB, Geddel Vieira Lima; e o secretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador,André Nascimento Curvello.
Andrade Neto trabalhou como assessor na Limpurb e na Secretaria de Governo do Município de Salvador, entre outros. O empresário ficará preso por cinco dias, podendo ter a prisão preventiva prorrogada por mais cinco. Caso seja condenado, João Andrade pode cumprir pena de 9 a 10 anos.
Ele estava sendo investigado há dois meses, depois que seis empresários vítimas de extorsão prestarem queixa. Uma das vitimas ajudou a polícia a fazer um “vídeo flagrante” pagando R$ 5 mil a um dos sócios do João Andrade. (com informações do A Tarde e BN)
NOTÍCIAS
ResponderExcluirEmpreiteiras bancaram 39% dos custos de Wagner
02/11/2010 às 21:48
Vítor Rocha e João Pedro Pitombo, do A TARDE
Gildo Lima / Ag. A TARDE
Wagner teve a terceira campanha mais cara do País.
O governador Jaques Wagner pagou a maior parte de sua campanha de reeleição com doações de empreiteiras, entre elas as executoras das maiores obras públicas do Estado.
Da prestação de contas de R$ 26,2 milhões do petista, R$ 10,3 milhões tiveram origem em construtoras, de acordo com os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O maior doador pessoal é o GRILEIRO das terras da Av. PARALELA, Carlos Seabra Suarez, ao lado de sua ex-mulher Abigail Silva Suarez, com R$ 250 mil cada. Ele foi sócio da OAS e comanda negócios em áreas como energia e imobiliária.
Wagner teve a terceira campanha mais cara do País, dentre as 11 prestações de contas de governadores disponibilizadas pelo TSE até a tarde de terça-feira, 2.
Ficou atrás dos tucanos Antônio Anastasia (MG), R$ 38 milhões, e Geraldo Alckmin (SP), R$ 34,2 mi. Em quarto, estava Roseana Sarney (MA), que arrecadou R$ 24,4 milhões.
O secretário de Comunicação do governo, Robinson Almeida, disse que cabia ao coordenador-executivo da campanha, César Lisboa, comentar o assunto. Procurado pela reportagem na tarde desta terça-feira, Lisboa estava com o celular desligado.
Danos ambientais na Ilha dos Frades são apontados por relatórios .
ResponderExcluirSeg, 09 de Agosto de 2010 16:55 Taciana Soares .
Órgãos estaduais e federais, Gerência Regional do Patrimônio da União, Ibama e dois do Instituto de Meio Ambiente (IMA), elaboraram relatórios técnicos que constatam a “grande degradação ambiental” e “irregularidades”
por falta de licenças para obras realizadas na Ilha dos Frades, na Baía de Todo os Santos. Na última semana, o juíz substituto Leonardo Tochetto Pauperio, da 4ª Vara Federal da Bahia, determinou através de uma liminar a suspensão da intervenções bancadas pela Fundação Baía Viva e mais quatro empresas, além de sete pessoas físicas, entre elas o empresário Carlos Seabra Suarez, ex-OAS.
Os estudos foram realizados a partir de 2008 depois de denúncias da comunidade. Há indicações de irregularidade também no âmbito da Sucom (Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município) e da Superintendência do Meio Ambiente (SMA), órgãos da Prefeitura de Salvador.
As conclusões dos cincos relatórios de fiscalização dão as mesmas: as obras não deveriam ser executadas sem licença ambiental, já que a Ilha dos Frades faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baía de Todos os Santos.
NOLASCO DE STEFANO
ResponderExcluir-15/11/2010 às 20:12
Investigações sobre TRANSCONS e PARALELA,
não podem sobre cair somenta para empresários grileiros.
Advogados inescrupulosos e carniceiros
devem ser investigados também!
Recebemos um telefonema de uma fonte do Rio de Janeiro, onde recebemos SEMPRE ligações de duas fontes também, que são bem informadas sobre as situações da Avenida Paralela, Aeroclube e Transcon.
Segundo essa mesma fonte, a informação mais recente seria sobre “a tentativa de um grupo de advogados da Bahia, com escritórios localizados nas proximidades do prédio da Petrobrás, mas propriamente no TK Tower, que tentam a todo custo desmoralizar empresários do setor imobiliário e da construção civil, em troca de ‘acordos’ milionários pressionando os mesmos. Um desses advogados, um gordinho careca, além de querer ter vantagem financeira, nutre vingança pessoal, ‘ódio’, por dois grandes empresários do setor”.
“No inicio, João, pensei que a coisa era séria, mas percebi que os ´caras´ (advogados), querem mesmo é extorquir empresários, cobrando milhões em troca de não desmoralizar publicamente, e nem criarem empecilhos para construção de empreendimentos imobiliários. Você deve ter sido enganado como eu, esses caras só querem usar a gente, uns FdP. Você mesmo sentiu na pele. Então fico a me perguntar: O interesse é ambiental? O interesse é social e da coletividade? Ou o interesse é meramente financeiro? Chega! cansei, você está certo João, esse advogados são uns canalhas mesmo!”, relata indignada a mesma fonte.
Os empresários a que a fonte se refere são os GRILEIROS das terras da AV. PARALELA os senhores Carlos Seabra Suarez e Francisco Bastos.
“Os advogados”, a fonte pediu para não divulgar, pois apresentará “A PROVA CONTUNDENTE” da forma em que esses “doutores”, agem para obter vantagens financeiras, fazendo “chantagens”, contra os empresários do setor.
Estamos no aguardo, caro amigo, do restante das informações e dos nomes dos advogados, que, segundo a mesma fonte cita, “além do careca gordo”, também advogado é o conhecido como o “vingativo de todos”. Segundo a fonte “tem mais duas advogadas, e mais três advogados, integrantes da “quadrilha”.
Paulo Damaceno Figeroa
ResponderExcluir-03/11/2010 às 7:12
NOTÍCIAS
Empreiteiras bancaram 39% dos custos de Wagner
02/11/2010 às 21:48
Vítor Rocha e João Pedro Pitombo, do A TARDE
Gildo Lima / Ag. A TARDE
Wagner teve a terceira campanha mais cara do País.
O governador Jaques Wagner pagou a maior parte de sua campanha de reeleição com doações de empreiteiras, entre elas as executoras das maiores obras públicas do Estado.
Da prestação de contas de R$ 26,2 milhões do petista, R$ 10,3 milhões tiveram origem em construtoras, de acordo com os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O maior doador pessoal é o GRILEIRO das terras da Av. PARALELA, Carlos Seabra Suarez, ao lado de sua ex-mulher Abigail Silva Suarez, com R$ 250 mil cada. Ele foi sócio da OAS e comanda negócios em áreas como energia e imobiliária.
Wagner teve a terceira campanha mais cara do País, dentre as 11 prestações de contas de governadores disponibilizadas pelo TSE até a tarde de terça-feira, 2.
Ficou atrás dos tucanos Antônio Anastasia (MG), R$ 38 milhões, e Geraldo Alckmin (SP), R$ 34,2 mi. Em quarto, estava Roseana Sarney (MA), que arrecadou R$ 24,4 milhões.
O secretário de Comunicação do governo, Robinson Almeida, disse que cabia ao coordenador-executivo da campanha, César Lisboa, comentar o assunto. Procurado pela reportagem na tarde desta terça-feira, Lisboa estava com o celular desligado.
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Paulo Damaceno Figeroa
ResponderExcluir-26/10/2010 às 23:43
Os problemas da Av. Luiz Viana Filho ( Av. Paralela) que conforme noticiou o jornal A Tarde referindo-se aos “crimes de Grilagem” com envolvimento dos senhores Carlos Suarez e Chico Bastos “começa a preocupar alguns associados da ADEMI-BA”.
“Venho como associado da ADEMI-BA, porem prefiro não me identificar para evitar represálias fortíssimas típicas dessa turma conhecida na midia local. Estou preocupado como associado da ADEMI-BA., no desfecho dessas situações de grilagem de terras que envolve associados como a CS Participações, Patrimonial Saraíba, FB&A Participações, Delta, Vertical e outras que tem forte ligações com o senhor Alcebíades Barata, Carlos Suarez e Chico Bastos, que dominam ADEMI em detrimento dos outros associados. Peço ao Ministério Publico Estadual que tome rápida providencia, assim como a Policia Federal, o Ministério Publico Federal, o CNJ e todas as esferas para acabarmos com essa situação que desgasta a imagens de empresas e empresários sérios que estão a fazer e praticar suas atividades com regularidade e dentro da Lei”.
Paulo Damaceno Figeroa
ResponderExcluir-17/09/2010 às 17:47
Terrenos na Paralela são alvos de protesto
Donos das áreas onde estão instalados Alphaville 2 e Colinas de Jaguaribe serão informados do litígio
Valmar Hupsel Filho
Os terrenos onde estão instalados os loteamentos Alphaville 2 e Colinas de Jaguaribe não pertencem respectivamente às
empresas NM Empreendimentos Ltda. e Patrimonial Saraíba, que venderamlotes a centenasdeterceiros.
No último dia 30, a juíza da 10ª Vara dos Feitos de Relação de Consumo, Cíveis e Comerciais da Comarca de Salvador, Maria
de Lourdes Oliveira de Araújo,deferiudecisãoemfavor dos requerentes, que ingressaram com medida cautelar de protesto
judicial.
Com isso, nas matrículas geradas a partir de qualquer negociação dos terrenos em questão constará um adendo informando
que a propriedade daquele bem está sob litígio.
Um edital será publicado em jornal de grande circulação para dar ciência aos proprietários e “tornar públicos os fatos
denunciados, capazes, pelomenosemtese, de suscitarquestionamentosfuturos a respeito da validade de transações tendo por
objeto áreasdoimóvelemquestão”, segundo a juíza.
Um dos oito advogados que representam os autores do protesto, Antônio Geraldo Teixeira Neto, informa que a decisão tem
duas implicações.
A imediata é a descaracterizaçãodaboafédosnovos compradores em caso de ação por danos morais. No médio prazo, poderão
haver ações anulatórias das matrículas feitas a partir das que estão viciadas. “É como uma corrente. Se um elo está quebrado,
interfere em todos os outros subsequentes”, disse.
É incalculável a quantidade de ações que podem ser geradas a partir da decisão, completou a advogada Gerta Schultz Fahel.
Irregularidades Figuram como réus do protesto judicial as seguintes empresas e os respectivos diretores: Patrimonial Saraíba
Ltda., representada pelos diretoresAndréLuizDuarteTeixeira e Humberto Riella Sobrinho; Delta Participações Ltda., por Carlos
Seabra Suarez; Haya Empreendimentos e Participações Ltda., por Maria Angélica Fernandes Bastos e Francisco José Bastos;
e NM Empreendimentos Ltda., por Nicolau Emanoel Marques Martins; além da Alphaville Salvador.
Entre as irregularidades denunciadas estão: desmembramentos, unificações, remanejamentos,
incorporaçõesealteraçõesindevidasde áreas; duplicação de matrículas; erros e/ou omissão na descrição de imóveis ou de
dados imprescindíveis ao ato cartorário, como metragem, data, número dos documentos dos envolvidos.
“Os fatos aqui elencados traduzem o que se pode chamar de maior fraude patrimonial e documental envolvendo áreas
imobiliárias extremamente valorizadas havidas na cidade do Salvador”, argumentam os autores no
protesto,alertandoparaa”relação incestuosa” entre as empresas,o2º CartóriodoRegistro de Imóveis e o 7º Ofício do Registro de
Imóveis.
Eles denunciam ainda a utilizaçãodedocumentosfalsos; desmembramento de áreas distintas atribuindolhes a mesma
matrícula; unificação de diferentes registros; omissão de transações; averbaçãodevendasextrapolando a área totaldoterreno e
abertura indevida de matrículas.
Como resultado, muitas certidões seriam artificiais e diriam respeito a vendas fictícias, fruto de processo de montagem ilegal e
fraudulenta para obtenção de vantagens ilícitas. “Os réus estariam atraindo empreendedores conceituados e repercutindo, de
forma abrangente, junto ao segmento comercial de imóveis”, anotou a juíza, referindo-se às empresas Agre, Gafisa e Cyrela
– gigantes do ramo e parceiras nos empreendimentos.
Durante três dias, A TARDE tentou ouvir os citados. No escritório da CS Participações, de Carlos Seabra Suarez, o último
contato foi às 15h30 desexta-feira.Asecretária,de prenome Joana, informou que Suarez havia saído para almoçar. Ela anotou
recado e os telefones para transmitir ao empresário, que não retornou.