A Agerba (agência estadual que fiscaliza os transportes) e a Transalvador decidiram liberar a circulação do transporte clandestino durante o período que durar a greve. “Não tem outra alternativa, tem que valer de transporte solidário e dos clandestinos mesmo.
O alternativo torna-se essencial”, justificou o superintendente da Transalvador, Alberto Gordilho. “Não vamos para a rua fiscalizar porque seria um contrassenso. Não que eu seja favorável, não que eu ache bom.
Mas, com o impasse terrível da greve, o cara tem que se virar de qualquer jeito. Ou é isso ou para o estado”, diz o diretor-executivo da Agerba, Eduardo Pessoa. (As informações do Correio)
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