quinta-feira, 2 de julho de 2015

COORDENADOR DE SELEÇÕES DA CBF DIZ QUE TIME TERÁ MUITO TRABALHO PARA A COPA 2018

O coordenador de seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Gilmar Rinaldi, reconheceu que a comissão técnica brasileira terá muito trabalho pela frente, na preparação para a eliminatória sul-americana para a Copa do Mundo de 2018, que será disputada na Rússia. Além dos jogos das eliminatórias, a seleção tem duas partidas amistosas, que a comissão técnica prefere chamar de preparatórias.

“Toda vez que você está trabalhando tem que melhorar, senão, não tem sentido. Precisamos buscar sempre novas soluções e novas alternativas", disse Gilmar. Ele ressaltou que ninguém na CBF ficou contente com a saída da Copa América, no Chile, nem de perder dois jogos. "Também sabíamos, quando ganhamos 11 partidas, que não estava tudo certo. Essa consciência a gente tem e sabe que precisa melhorar. Vamos continuar melhorando. O que posso garantir é que não vai faltar trabalho e boa vontade”, enfatizou.

Gilmar e o treinador Dunga se reuniram nesta quarta-feira (1º) com o presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, para analisar a participação da seleção brasileira, eliminada pelo Paraguai nas quartas de final da Copa América. Eles avaliaram os próximos passos do trabalho da seleção para as eliminatórias, que começarão em outubro.

Gilmar e Dunga passaram para Del Nero toda a situação, desde o primeiro dia, na Granja Comary – local de concentração da seleção, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro –, o trabalho feito e tudo que aconteceu. "Todos os fatos que ficaram públicos e alguns [não divulgados] para que ele tenha exatamente toda a noção do trabalho feito”, acrescentou Gilmar.

Para ele, o abatimento dos jogadores com as críticas após a Copa América é natural, e faz parte do processo de maturidade dos atletas que, segundo ele, passaram por uma situação diferente. “Nós tínhamos dois jogadores apenas que tinham participado de uma Copa América, e é importante que tenha este abatimento. Eles não podem sair de uma competição felizes, porque este não é o estilo do jogador brasileiro. É importante que aprendam com o que viram lá, que saibam se adaptar, se adequar. É uma geração nova, seleção nova”, argumentou. (As informações da Agência Brasil)

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