sexta-feira, 19 de outubro de 2018

WHATSAPP DIZ QUE INVESTIGA SUPOSTO DISPARO DE MENSAGNS CONTRA O PT

O aplicativo de mensagens WhatsApp informou nesta quinta-feira, 18, em nota, que investiga o suposto disparo em massa de mensagens contra o Partido dos Trabalhadores (PT) por empresários que apoiam o candidato Jair Bolsonaro (PSL). O caso foi revelado pelo jornal Folha de S.Paulo.

O aplicativo confirmou a abertura da investigação em nota enviada ao jornal O Estado de S. Paulo. O Whatsapp, ainda na nota, afirma que "tem proativamente banido centenas de contas durante o período das eleições brasileiras".

"Temos tecnologia de ponta para detecção de spam que identifica contas com comportamento anormal ou automatizado, para que não possam ser usadas para espalhar spam ou desinformação", diz a nota.

Segundo a Folha, os disparos de milhões de mensagens são comprados por empresas que apoiam o candidato por até R$ 12 milhões. A reportagem afirma que os preços variam de oito a doze centavos por mensagem para contatos de bases de dados fornecidas pelo candidato e das agências que prestam esse tipo de serviço.

Sobre o envio em massas de mensagens via o aplicativo, o WhatsApp afirmou que está comprometido em reforçar suas políticas para proteger a experiência do consumidor. "No mundo, o limite de membros para grupos é 256 pessoas. Para encaminhamento de mensagens, há um limite global de 20 mensagens (exceto na Índia, onde o limite são cinco mensagens)", diz a nota. (As informações do Estadão)

PF ENCONTRA INDÍCIOS DE ENVOLVIMENTO DO PCC COM ESFAQUEADOR DE BOLSONARO, DIZ JORNAL

Um mês após a facada contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) em Juiz de Fora, Minas Gerais, a principal linha de investigação da Polícia Federal (PF) é que o PCC, maior facção criminosa do país, pode estar envolvido com Adélio Bispo de Oliveira, agressor do presidenciável. Segundo o jornal O Tempo, Adélio tem sido atendido por uma defesa exemplar que já atuou, anteriormente, na defesa de membros da facção.

De acordo com pessoas próximas do inquérito 503/2018 ouvidas pela reportagem, há indícios de que a organização criminosa esteja dando auxílio ao acusado. Entre os apontamentos estão vínculos de amizades de Adélio, as atividades dos advogados que atendem o réu, o histórico de personagens envolvidos e até mesmo o discurso adotado por Bolsonaro.

“Veim”, como é chamado o membro do PCC, é amigo de Adélio. Os dois se conheceram em Montes Claros, onde ambos nasceram e cresceram. Até este ano, ainda mantinham contato por meio de redes sociais. “Veim” tem passagens por homicídio e já cumpriu pena no Presídio Regional de Montes Claros.

Outro fato que levanta suspeita é o comportamento de Pedro Augusto de Lima Felipe, advogado que, segundo o jornal, já se encontrava na delegacia em que Adélio registrado. Inicialmente, o acusado recusou ser atendido pelo jurista. Possa chegou a tentar convencer Adélio de que havia sido enviado pela mãe do autor da facada, mas Adélio riu: a parente faleceu em 2012. Depois, segundo testemunhas, os dois se reuniram em separado e, então, Possa passou a atuar como defensor no caso.

Além de Possa, participam da defesa do agressor Zanone Manuel de Oliveira Júnior, Marcelo Manoel da Costa e Fernando Costa Oliveira Magalhães. Magalhães já teria defendido, nos últimos anos, pelo menos três membros do PCC que foram condenados em Minas: Anderson Francisco Ferreira Pereira, André Luiz Pereira, conhecido como “Dezinho”, e José Geraldo Soares dos Santos Júnior, o “Vá”. Os defensores negam as ligações com o grupo criminoso.

O inquérito oficial sobre o caso, divulgado pela PF até aqui, chegou à conclusão de que Adélio agiu sozinho no momento do atentado, em Juiz de Fora.

RAQUEL DODGE DIZ QUE FAKE NEWS NÃO CONVÊM À DEMOCRACIA NEM AO ELEITOR

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, alertou nesta quinta-feira (18) que a disseminação de conteúdo falso não convém à democracia nem ao eleitor. Ela advertiu que o foco das campanhas política deve ser o eleitor. “O eleitor é o ator principal. Ele tudo pode, mas nem tudo convém. As fake news não convêm ao eleitor nem à democracia."

Raquel Dodge ressaltou ainda que a liberdade de expressão deve ser garantida, mas abusos não devem ocorrer. “É preciso também que não haja abuso, não haja ilícito, no modo como as pessoas se expressam, no modo como elas convencem os vizinhos e eleitores.”

A reação da procuradora ocorre no momento de acirramento das campanhas presidenciais dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) diante de denúncias de que empresários financiam o envio em massa de mensagens falsas anti-PT via WhatsApp. A troca de acusações já chegou à Justiça Eleitoral.

O combate à divulgação de notícias falsas nas redes sociais, as chamadas fake news, foi tema principal de uma reunião hoje conduzida por Raquel Dodge com procuradores eleitorais e os advogados das campanhas de Bolsonaro e Haddad, além do ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.

Jogo limpo
Fachin, por sua vez, defendeu que os candidatos “joguem limpo” durante a campanha eleitoral. Segundo o ministro, todos os envolvidos no pleito, como partidos e eleitores, não devem participar da propagação de notícias falsas.

“O TSE renova a conclamação feita aos representantes dos candidatos e a estende a todos. Pratiquemos o fair play [jogo limpo] que significa cumprir e fazer cumprir as regras do jogo”, disse.

Jungmann acrescentou que a dificuldade no combate às notícias falsas é a velocidade no número de curtidas, que fazem com que as fake news sejam viralizadas para um grande número de pessoas em pouco período de tempo.

Na tentativa de buscar soluções, Jungmann lembrou que a parceria com o TSE criou um sistema para dar mais agilidade às denúncias sobre suspeitas de irregularidades no processo de votação. No primeiro turno, vários vídeos falsos foram divulgados contra a credibilidade da urna eletrônica.

“Qualquer cidadão terá sua crítica registrada, investigada e apurada para termos a certeza de que o resultado do pleito venha traduzir a vontade democrática do povo brasileiro”, disse Jungmann. (As informações da Agência Brasil)

AUTORIDADES DEVEM ANUNCIAR MEDIDAS PARA O SEGUNDO TURNO NESTA SEXTA

A nove dias do segundo turno das eleições, as autoridades preparam para esta sexta-feira, 19, anúncios sobre as prioridades para as votações no dia 28. O alerta ocorre no momento em que os candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) trocam acusações sobre a existência de empresários que financiaram um esquema de disseminação de notícias falsas anti-PT.

À tarde haverá uma entrevista coletiva da qual participarão a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber; os ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.

A expectativa é de que sejam anunciadas as medidas institucionais adotadas em decorrência de questionamentos levantados no primeiro turno. Nas últimas horas, PT, PSL, PSOL e PDT se manifestaram sobre a divulgação e os impactos de fake news. Recorreram à Justiça eleitoral o PT e PSOL, enquanto os outros dois partidos também anunciaram que vão ingressar com ações.

Advertência

Nesta quinta, 18, Raquel Dodge advertiu sobre os riscos da disseminação de conteúdo falso. “O eleitor é o ator principal. Ele tudo pode, mas nem tudo convém. As fake news não convêm ao eleitor nem à democracia", afirmou. “É preciso também que não haja abuso, não haja ilícito no modo como as pessoas se expressam, no modo como elas convencem os vizinhos e eleitores.”

A advertência ocorreu durante a reunião em que o combate à divulgação de notícias falsas nas redes sociais foi o tema principal. Participaram procuradores eleitorais e os advogados das campanhas de Bolsonaro e Haddad, além do ministro Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.

Fair Play

Na reunião, Fachin defendeu que os candidatos “joguem limpo” durante a campanha eleitoral. O TSE renova a conclamação feita aos representantes dos candidatos e a estende a todos. Pratiquemos o fair play [jogo limpo] que significa cumprir e fazer cumprir as regras do jogo”, disse.

Na tentativa de buscar soluções, Jungmann lembrou que a parceria com o TSE criou um sistema para dar mais agilidade às denúncias sobre suspeitas de irregularidades no processo de votação. No primeiro turno, vários vídeos falsos foram divulgados contra a credibilidade da urna eletrônica.

“Qualquer cidadão terá sua crítica registrada, investigada e apurada para termos a certeza de que o resultado do pleito venha traduzir a vontade democrática do povo brasileiro.” (As informações da Agência Brasil)

DEFESA PEDE QUE SENADOR PRESO EXERÇA O MANDATO DURANTE O DIA

A defesa do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) pediu nesta quinta-feira (18) ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que o parlamentar exerça o mandato na Casa durante o dia. O senador está preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília, por determinação do ministro Alexandre de Moraes para cumprimento da pena de 4 anos e 6 meses em regime semiaberto pela prática de crime contra o sistema financeiro nacional.

Para os advogados, por ter sido condenado em regime semiaberto, o senador tem o direito ao trabalho externo. O mandato de Gurgacz termina em 2023. Com a condenação, o Senado ainda deve deliberar se o parlamentar terá o mandato cassado.

"Não se pode, ao ensejo de impedir o trabalho externo, que se alegue ser impossível a fiscalização pelo estado do trabalho a ser realizado pelo postulante no Senado Federal", sustenta a defesa. O caso será analisado pelo relator do caso, Alexandre de Moraes.

Hospital
Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Pública Federal (MPF), Gurgacz obteve, mediante fraude de documentos e dispensa indevida de garantias, um empréstimo de R$ 1,5 milhão para renovação da frota de ônibus de sua empresa.

Ele foi condenado em fevereiro pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por crime contra o sistema financeiro nacional. No início do mês, o colegiado determinou o cumprimento imediato da pena, mas a ordem de prisão foi adiada até depois das eleições, uma vez que o senador era candidato ao governo de Rondônia e por isso não poderia ser preso, conforme regra do Código Eleitoral.

Passadas as eleições, a remoção de Gurgacz para um estabelecimento penal voltou a ser adiada por ele ter sido internado em um hospital de Cascavel, no Paraná, para onde havia ido para visitar parentes, devido a uma crise de ansiedade. A defesa havia solicitado que a prisão fosse adiada enquanto durasse a internação, mas o ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido.

Moraes afirmou inexistir notícia de que o início do cumprimento da pena possa acarretar risco de vida ou à saúde física ou psíquica do senador. O ministro acrescentou que o atestado médico apresentado pela defesa inforrna somente o início de tratamento com remédios, que poderá prosseguir mesmo com o início da execução da pena.

O dinheiro, porém, não foi usado para aquisição de veículos novos, conforme previsto no contrato, mas somente em parte para compra de veículos velhos reformados, com mais de 11 anos de uso, diz a denúncia. Cerca de R$ 510 mil teriam sido embolsados pelo próprio senador, sendo apresentadas notas fiscais falsas para acobertar o desvio.

A determinação pela transferência do senador, que estava internado em Cascavel, foi do ministro Alexandre de Moraes. (As informações da Agência Brasil)

POLÍCIA PRENDE TRIO SUSPEITO DE EXTORQUIR DEPUTADO ESTADUAL

Três homens foram presos na noite da quarta-feira, 17, em Salvador, suspeitos de tentar extorquir o deputado estadual Roberto Carlos (PDT). André Paulo Soledade Dias, de 24 anos, e Felipe de Jesus Menezes, 25, que são ex-funcionários da vítima, além do assessor e advogado Idenilton José Nascimento dos Santos, 41, teriam feito ameaças ao parlamentar e familiares.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), as extorsões começaram na noite de segunda, 15. Após ser intimidado, Roberto Carlos realizou a denúncia. As prisões ocorreram logo depois. André e Felipe foram detidos em flagrante no momento que tentavam receber o dinheiro, na área externa de um shopping na avenida Tancredo Neves, e Idenilton foi detido na Av. Paralela.

Uma audiência de custódia está marcada para manhã desta sexta-feira, 19. Até lá, Idenilton ficará na Polinter e André e Felipe na 1ª Delegacia Territorial (DT/Barris). (as informações do A Tarde)

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

COM PRESENÇA DE NEYMAR, MEDINA AVANÇA NO MUNDIAL DE SURF

Gabriel Medina pode comemorar o bicampeonato mundial de surfe nos próximos dias e foi prestigiado de perto nesta quinta-feira (18) por um outro expoente do esporte brasileiro. Neymar chegou de jatinho à cidade de Peniche, em Portugal, onde está sendo disputada a penúltima etapa do circuito - a última é a de Pipe Masters, no Havaí.

De uma das áreas VIPs montadas pela WSL, o atacante do Paris Saint-Germain acompanhou o amigo bater o taitiano Michel Bourez e o português Frederico Morais durante o quarto round da competição.

Sob os olhares atentos de Neymar, o paulista de Maresias avançou às quartas de final ao somar 11,67 pontos contra 7,84 de Michel Bourez e 3,63 de Frederico Morais.

"As ondas não estavam fáceis, mas estou muito feliz de seguir adiante para as quartas de final. Eu espero que melhore. Estou com meus amigos, com minha família, o Neymar veio. Vou tentar dar meu melhor. É bom tê-lo por aqui", afirmou Medina.

"Vai, meu irmãozinho", escreveu Neymar, em inglês ("Go my little bro"), em sua conta no Instagram, onde postou algumas fotos com o surfista.

Campeão mundial em 2014, Gabriel Medina pode comemorar um novo título antes mesmo do circuito acabar. Para festejar já nos próximos dias, o brasileiro precisa vencer a etapa de Peniche e torcer para que Julian Wilson não chegue na semifinal. O australiano só vai disputar a quarta bateria contra os compatriotas Owen Wright e Adrian Buchan na sexta-feira (19). A chamada será às 4h (horário de Brasília).

Ainda com chance de conquistar o título mundial na última etapa do circuito, o brasileiro Filipe Toledo tem que secar Medina. Filipinho foi eliminado da etapa de Peniche após perder para francês Joan Duru. (As informações do Correio)

BAHIA X ATLÉTICO-PR, PELA SUL-AMERICANA, TERÁ ÁRBITRO DE VÍDEO

A Conmebol divulgou a arbitragem da partida entre Bahia e Atlético-PR, que acontece na próxima quarta-feira (24), às 21h45, na Fonte Nova, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. O responsável por comandar o jogo de ida será o argentino Fernando Rapallini. A partir desta fase, a competição passa a contar também com o árbitro de vídeo, e o responsável pelo VAR (sigla em inglês) será o boliviano Gery Vargas.

Os ingressos para o duelo na Fonte Nova já estão à venda. O jogo de volta será no dia 31 de outubro, na Arena da Baixada, em Curitiba. Quem passar enfrentará na semifinal o vencedor de Fluminense e Nacional, do Uruguai, que se enfrentam nas mesmas datas, primeiro no Rio de Janeiro e depois em Montevidéu.

Três times colombianos e um argentino estão nos outros confrontos das quartas de final, que terá Santa Fe x Deportivo Cali e Junior Barranquilla x Defensa y Justicia. Todos esses só podem cruzar o caminho tricolor em uma eventual final.

Antes de enfrentar o time paranaense pelo torneio internacional, o Bahia visita o Botafogo, sábado (20), às 16h, no Engenhão, no Rio, pelo Campeonato Brasileiro. (As informações do Correio)

"UM TÍTULO DE CAMPEONATO BRASILEIRO SERIA O MAIOR DA MINHA CARREIRA NA BASE", AFIRMA LAELSON

A equipe Sub-20 do Vitória disputa a primeira partida da final do Campeonato Brasileiro da categoria, na noite desta quinta-feira, às 21:30, no Barradão. O jogo será contra o carrasco Palmeiras, time que venceu o Leão nas duas partidas da segunda fase: 2 a 0 em São Paulo e 3 a 1 aqui em Salvador.

"A expectativa é de fazer uma grande partida e conseguir uma vantagem para poder administrar no segundo jogo. Sabemos a dificuldade que é o Campeonato Brasileiro, mas a equipe vem evoluindo jogo a jogo, fase a fase, e estamos na final. Uma vez na final vamos buscar nosso objetivo maior que é ser campeão", comentou o técnico Laelson Lopes.

Lopes contará com a importante ajuda de alguns jogadores do Sub-23, cedidos pelo técnico João Burse. Joias como Eron, Ruan Potó, Jhemerson e Hebert estarão a disposição do treinador. Além dos jogadores, outro fator empurrará o time à vitória. A nação rubro-negra promete comparecer em grande público para apoiar os Leãozinhos. O clube fez campanhas nas redes sociais e fez promoção de cerveja para incentivar a presença da torcida.

"Com esses jogadores a gente vai ter uma força de elenco maior e um time mais experiente, e com esses dois fatores, esses atletas que podem aportar vão nos ajudar a conseguir o nosso objetivo na partida. A expectativa do público é muito grande. A gente tem acompanhado, foi feito todo um trabalho de divulgação. A própria imprensa cumprindo o seu papel de fazer matérias com os atletas e comigo. Tudo isso é atrativo, espero que possam comparecer em massa", afirmou.

Adversário complicado

Na segunda fase do Campeonato, o Vitória jogou duas vezes com o Palmeiras e acabou perdendo as duas partidas. A primeira foi em Salvador, no Barradão, onde, apesar do equilíbro no jogo, o Leão acabou sendo derrotado por 3 a 1. No segundo confronto, desta vez em São Paulo, o clube baiano perdeu por 2 a 0.

"Nas duas derrotas na fase classificatória não houve uma superioridade marcante do Palmeiras. Isso faz parte do pacote do futebol, das nuances táticas de um jogo ou de outro. Nós sabemos que, dentro do que será essa final, nós temos chance de buscar um resultado positivo e, com ele, buscar o título em São Paulo", comentou Lopes.

Apesar da dificuldade do adversário, o Vitória conta a união do time como uma discrepância. A divisão de base campeã também é mais um incentivo. De 2010 até este ano, as categorias juvenis do Leão chegaram a seis finais.

"O diferencial é o fato de estar jogando em casa e termos um grande trabalho de base. Toda estrutura do Vitória está voltada para a base, por que sabe que é dela que o futuro do clube depende", comentou o técnico

O treinador

Laelson Lopes passou a acumular as duas funções - técnico do Sub-20 e coordenador técnico da divisão de base do clube - depois que João Burse, que comandava o Sub-20 passou para o Sub-23. No ano passado, Laelson era o técnico da categoria até a chegada de Carlão, coordenador geral da base, que contratou Burse para chefiar o Sub-20.

"Essa dupla função me dá uma visão mais ampliada de toda estrutura do Vitória e de todo elenco, que ano passado também estava sob o meu comando até agosto. Acompanhei a evolução das equipes 2000 e 1999, e alguns jogadores até trabalhavam ano passado em uma boa campanha no brasileiro", contou Lopes.

O técnico comandou a equipe do Fluminense de Feira e outras equipes do futebol baiano, treinou também times de Sergipe, de Alagoas, de Minas Gerais, Goiânia. Foi treinador de times que disputaram a Serie C e D, além de ter passado três anos na Espanha. Lopes conquistou diversos títulos com a base do Vitória e com as divisões de base do Vitória e de outras equipes . Com a carreira como treinador de equipes profissionais, Laelson angariou outras diversas conquistas.

"A conquista de um título de Campeonato Brasileiro em Base seria meu maior título da minha carreira em base", finalizou o treinador. (As informações do A Tarde)

POLÊMICA COM VAR NA COPA DO BRASIL REABRE DISCUSSÃO SOBRE USO DA TECNOLOGIA

A Copa do Brasil entre Corinthians e Cruzeiro entrou para a história do País por ser a primeira competição nacional decidida com a utilização do VAR e logo em sua primeira edição com a nova tecnologia. Enganou-se quem esperava que seria o fim das polêmicas com a arbitragem. Pelo contrário, justamente o árbitro de vídeo protagonizou dois lances de muita discussão e reabriu o debate sobre a utilização da nova tecnologia em jogos de futebol.

Corintianos e cruzeirenses adotaram discursos distintos. Teve quem gostou, quem foi contra e ainda os que destacaram a necessidade de melhora na ferramenta. O curioso é que Cruzeiro e Corinthians foram alguns dos clubes que votaram contra a implantação do VAR no Campeonato Brasileiro.

O atacante Hernán Barcos, com uma certa dose de ironia e bom humor, deu uma possível solução para acabar com a polêmica. "O VAR veio para aperfeiçoar e melhorar o nosso futebol. Se o árbitro erra com o VAR, fica complicado. Amanhã tem que colocar um robô para apitar", sugeriu o argentino.

Os dois lances capitais que contaram com interferência do VAR ocorreram no segundo tempo e no ataque do Corinthians. No primeiro, Thiago Neves disputou uma bola com Ralf dentro da área e, após ver as imagens na TV, o árbitro carioca Wagner do Nascimento Magalhães marcou pênalti, para a revolta dos cruzeirenses. O lance é bastante discutível.

O meia cruzeirense admitiu que tocou em Ralf, mas que o movimento não foi forte o suficiente para derrubar o adversário. Por isso, ele acha que houve erro da arbitragem, embora se contradiza ao dizer que esperava pela marcação do pênalti. "Muita gente diz que pegou (no Ralf). Pegou mesmo, mas não foi pênalti. São toques que acontecem, do jogo, e não teve força. Quando vi que o árbitro ia consultar o vídeo, já percebi que ele daria o pênalti, pois houve o toque, mas não foi para derrubar", disse Thiago Neves.

Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, aproveitou a decisão para explicar o seu posicionamento sobre a tecnologia. O dirigente se diz contra a utilização da tecnologia por questões financeiras, mas também pelo fato de não ficar claro em que momentos o vídeo deverá ser utilizado. "O Corinthians votou contra a situação que colocaram a gente no VAR. Nos dois lances têm muita gente falando que foi e que não foi. Não é para ter interpretação e o juiz foi pelas duas jogadas na interpretação. Eu já fui prejudicado e já fui beneficiado. A mão do Jadson foi no ombro", reclamou.

Dedé, envolvido no segundo lance polêmico, em que Jadson teria o agredido com o braço na jogada que resultou no gol de Pedrinho, acredita que não teve polêmica no jogo. "O Jadson me deu uma porrada e pediu desculpa até. Ele não é maldoso, mas o juiz fez bem de ter anulado. Você fala de lance polêmico... polêmico foi o pênalti que ele marcou. Não quero crucificar o árbitro, já que ele foi bem durante a maior parte do jogo, mas esse pênalti...", ironizou.

Como o árbitro de vídeo não foi aprovado pelos clubes no Brasileirão, os próximos jogos envolvendo clubes brasileiros com a utilização da ferramenta serão pela Copa Libertadores, quando o Grêmio encara o River Plate e o Palmeiras pega o Boca Juniors. Oportunidades para os árbitros tentarem minimizar os erros. (As informações do Estadão)

JAQUES WAGNER DEFENDE ESPERAR APURAÇÃO SOBRE WHATSAPP ANTES DE FALAR EM ANULAR ELEIÇÃO

Diante da suposta onda de mensagens contra o PT financiadas por empresas, o articulador político da campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência, Jaques Wagner, disse que é preciso aguardar uma investigação para falar em anular a eleição.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, disse nesta quinta-feira, 18, que o partido está preparando uma peça jurídica com a qual irá pedir o cancelamento ou a nulidade das eleições presidenciais de 2018.

"Vamos esperar a investigação que é melhor", comentou Wagner, sobre a posição do PDT. O senador eleito pela Bahia reforçou que a onda de mensagens representa crime eleitoral e precisa ser investigada pela Polícia Federal.

PDT parte pra cima
O presidente do PDT, Carlos Lupi, disse nesta quinta-feira, 18, que o partido está preparando uma peça jurídica com a qual irá pedir o cancelamento ou a nulidade das eleições presidenciais de 2018. As justificativas são as denúncias de que empresas financiaram uma campanha contra o PT, de Fernando Haddad, pelo aplicativo de mensagens WhatsApp.

Os argumentos do pedido ainda estão sendo preparados pelos advogados da legenda, que devem endereçar a solicitação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Reportagem da Folha de S.Paulo publicada nesta quinta-feira, informa que empresas bancaram, com contratos de R$ 12 milhões, serviços de disparos de mensagens no WhatsApp contra os petistas, favorecendo Jair Bolsonaro (PSL).

Denúncia
As eleições de 2018 estão marcadas pelas discussões nas redes sociais. Uma reportagem da Folha de S. Paulo mostra que empresas compraram pacotes de disparos de mensagens em massa contra o PT. E que essa difusão deve ser intensificada na semana anterior ao segundo turno.

De acordo com a reportagem, a prática se configura como doação de campanha por empresas, que é vedada pela legislação eleitoral. Cada contrato chega a R$ 12 milhões. Entre empresas está a Havan, do empresário Luciano Hang, que apareceu em um vídeo dizendo aos funcionários que eles deveriam votar no candidato Jair Bolsonaro (PSL).

As empresas que apoiam Bolsonaro compram o serviço de disparo em massa, usando a base de dados do próprio candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. A venda de dados também é ilegal, porque a lei eleitoral permite apenas que sejam usadas as listas de apoiadores do próprio candidato, com números cedidos de forma voluntária.

Segundo a reportagem, oferecem este tipo de serviço a Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market. Os preços variam de R$ 0,08 a R$ 0,12 por disparo para a base própria do candidato, e de R$ 0,30 a R$ 0,40, quando a base é da agência. As empresas citadas afirmaram à Folha que não podiam aceitar pedidos antes do dia 28 de outubro (data do segundo turno) porque têm serviço enormes de disparos de WhatsApp, na semana anterior às eleições.

Empresas
O dono da Havan - que recentemente inaugurou uma loja em Vitória da Conquista - , Luciano Hang, disse à Folha que não precisava pagar pelo disparo de mensagens. "Não temos essa necessidade. Fiz uma 'live' aqui agora. Não está impulsionada e já deu 1,3 milhão de pessoas. Qual é a necessidade de impulsionar? Digamos que eu tenha 2.000 amigos. Mando para meus amigos e viraliza", afirmou à reportagem.

Já o dono da QuickMobile, Peterson Rosa, afirma que a empresa não está atuando na política nestas eleições. Richard Papadimitriou, da Yacows, afirmou que não iria se manifestar sobre o assunto e a SMS Market não respondeu ao jornal.

Na prestação de contas de Jair Bolsonaro aparece apenas a a empresa AM4 Brasil Inteligência Digital, que recebeu R$ 115 mil para mídias digitais. Marcos Aurélio Carvalho, um dos donos da empresa, informou que tem apenas 20 pessoas trabalhando na campanha.

"Quem faz a campanha são os milhares de apoiadores voluntários espalhados em todo o Brasil. Os grupos são criados e nutridos organicamente", diz.

Ainda segundo ele, o WhatsApp é usado apenas para denúncias de fake news, listas de transmissão e grupos chamados de comitês de conteúdo. No entanto, a apuração da Folha mostrou que uma das ferramentas usadas pela campanha de Bolsonaro é é a geração de números estrangeiros automaticamente por sites como o TextNow.

Com esses números, os funcionários administram grupos ou participam deles, e conseguem escapar dos filtros de spam e das limitações impostas pelo WhatsApp —o máximo de 256 participantes em cada grupo e o repasse automático de uma mesma mensagem para até 20 pessoas ou grupos.

Apesar disso, segundo a reportagem, não há indício de que a AM4 tenha fechado contratos para disparo em massa. Não há uma estimativa de quantas pessoas trabalham nos grupos de WhatsApp anti-PT e podem variar de 20 mil a 300 mil.

PT cobra que TSE investigue
Reagindo à manchete da edição desta quinta-feira, 18, do jornal Folha de S.Paulo, que revela empresas bancando o disparo de mensagens contra o PT pelas redes sociais, o partido emitiu uma nota cobrando um posicionamento da Justiça Eleitoral. Para a legenda, a prática configura crime de caixa dois por parte da campanha de Jair Bolsonaro (PSL).

"É uma ação coordenada para influir no processo eleitoral, que não pode ser ignorada pela Justiça Eleitoral nem ficar impune", diz a nota assinada pela Executiva do PT, que pediu na Quarta-feira (17) à Polícia Federal uma investigação sobre a disseminação de supostas notícias falsas pela campanha de Bolsonaro.

O partido diz que está tomando todas as medidas judiciais para que Bolsonaro responda "por seus crimes, dentre eles o uso de caixa 2, pois os gastos milionários com a indústria de mentiras não são declarados por sua campanha."

A legenda do presidenciável Fernando Haddad pretende entrar ainda nesta quinta-feira com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir providências.

PT também foi acusado
Em agosto, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), candidato ao quarto mandato, foi parar nos Tending Topics do Twitter. Diante de uma série de posts nas redes sociais exaltando a sua gestão, internautas passaram a acusá-lo de pagar uma agência de "influenciadores digitais", para divulgar mensagens positivas a seu respeito. A prática seria ilegal e configuraria propaganda irregular.

O caso, chamado de Mensalinho do Twitter, transformou Dias e o Piauí em alvos de memes. Internautas que teriam sido contratados pela agência disseram que a ação em favor de Dias era a "ponta do iceberg" e envolveria outros políticos do PT e pautas de interesse do partido. (As informações do Estadão)

'APOIO VOLUNTÁRIO', DIZ BOLSONARO SOBRE CAMPANHA CONTRA O PT NO WHATSAPP

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, atacou o PT ao se denfeder da reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo nesta quinta (18) sobre a compra de pacotes de propaganda contra o PT via WhatsApp por empresários que o apoiam.

"Apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita. Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil. Juntos resgataremos nosso país!", escreveu o candidato em sua página no Twitter. Antes, seu filho Carlos Bolsonaro usou as redes sociais para ironizar a Folha.

Reportagem da Folha de S.Paulo publicada nesta quinta-feira, informa que empresas bancaram, com contratos de R$ 12 milhões, serviços de disparos de mensagens no WhatsApp contra os petistas, favorecendo Jair Bolsonaro (PSL).

Denúncia
As eleições de 2018 estão marcadas pelas discussões nas redes sociais. Uma reportagem da Folha de S. Paulo mostra que empresas compraram pacotes de disparos de mensagens em massa contra o PT. E que essa difusão deve ser intensificada na semana anterior ao segundo turno. (As informações das Agências)

ADSUMUS: STJ SOLTA RICARDO MACHADO, MAS RÉU CONTINUA PRESO POR DECISÃO DO TJ-BA

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) determinou a soltura do ex-prefeito da cidade de Santo Amaro, Ricardo Machado, na terça-feira (9). O réu é alvo da Operação Adsumus, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no município. Apesar da decisão, o ex-gestor continua preso por estar respondendo a outros processos na Justiça.

Nesta quinta-feira (18), o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) manteve a prisão preventiva do ex-prefeito de Santo Amaro no âmbito de um caso diferente do tratado pelo STJ. O pedido de habeas corpus do ex-gestor foi julgado pela Primeira Turma da Segunda Câmara Criminal.

Na decisão do TJ, o relator do processo, o desembargador Julio Cezar Travessa, afirmou que “a soltura do suposto líder do grupo criminoso certamente seria um fator facilitador da dissipação dos ativos desviados”. (As informações do BN)

MORO NEGA INFLUÊNCIA NAS ELEIÇÕES SO DIVULGAR DELAÇÃO DE PALOCCI

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, encaminhou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) manifestação em que nega ter tentado influenciar o processo eleitoral ao tornar público o teor da colaboração premiada do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci.

Parte dos depoimentos foram tornados público por Moro em 1º de outubro, seis dias antes do primeiro turno das eleições. Neles, Palocci acusa o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-presidente Dilma Rousseff de participação direta no esquema de corrupção na Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato.

Moro disse ao corregedor-nacional de Justiça, Humberto Martins, que não teve qualquer intenção de influenciar as eleições ao divulgar os depoimentos, uma vez que o atual candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, não é citado por Palocci. O magistrado acrescentou ainda que não poderia interromper o andamento do processo somente em função do calendário eleitoral.

“Retardar a publicidade do depoimento para depois das eleições poderia ser considerado tão inapropriado como a sua divulgação no período anterior. Se o depoimento, por hipótese, tem alguma influência nas eleições, ocultar a sua existência representa igual interferência a sua divulgação”, argumentou Moro.

Ele desqualificou as duas representações abertas contra ele no CNJ pelos deputados do PT Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira. Para Moro, os procedimentos “inserem-se na linha adotada por alguns agentes do Partido dos Trabalhadores de buscarem criminalizar a atividade jurisdicional”.

Moro afirmou ainda que os deputados petistas “buscam, estes mesmos agentes políticos, através de provocação ao Conselho Nacional de Justiça (cuja composição desejam, aliás, alterar), cercear decisões da Justiça que contrariam os seus interesses partidários, mesmo às custas da aplicação da lei a crimes de corrupção”.

Nas duas representações abertas pelo PT, o partido afirma que Moro "desvirtuou de seu dever de serenidade" ao tornar público o conteúdo da delação a seis dias do primeiro turno das eleições. Segundo o partido, o juiz inflamou a sociedade "a partir de documentos que não passaram pelo crivo do contraditório”. (As informações da Agência Brasil)

PETROBRAS MANTÉM PREÇO MÉDIO DA GASOLINA NAS REFINARIAS EM R$ 2,1490 NESTA SEXTA

A Petrobras manteve o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para esta sexta-feira, 19, em R$ 2,1490. Além disso, a estatal manteve sem alteração o preço do diesel, em R$ 2,3606, conforme tabela disponível no site da empresa. No dia 6 de setembro, a diretoria da companhia petrolífera anunciou que além dos reajustes diários da gasolina, terá a opção de utilizar um mecanismo de proteção (hedge) complementar.

STF DECIDE QUE IMÓVEIS DE PROGRAMA HABITACIONAL NÃO PAGAM TRIBUTOS

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (17) que imóveis financiados pelo Programa de Arrendamento Residencial (PAR), da Caixa Econômica Federal, têm imunidade tributária e não pagam IPTU. O programa é destinado a oferta de casas populares à população que tem renda de até R$ 1,8 mil por mês.

O caso chegou ao Supremo por meio de um recurso do banco estatal, que foi condenado pela segunda instância da Justiça a pagar o tributo ao município de São Vicente (SP). Segundo a Caixa, a Constituição garante a imunidade tributária de impostos entre o governo federal e dos estados. Além disso, os advogados da Caixa alegaram que os imóveis pertencem ao patrimônio do fundo, que é da União, e não tem objetivo de exploração econômica.

Por maioria de votos, o plenário seguiu voto proferido pelo relator ministro Alexandre de Moraes, que entendeu que os imóveis estão cobertos pela imunidade por serem propriedade fiduciária da Caixa, como garantia de não cumprimento do contrato, e têm finalidade social para oferta de casas populares.

"Esses bens imóveis, bem como seus frutos e rendimentos de patrimônio, não se comunicam com o patrimônio da empresa pública”, afirmou Moraes. O voto foi seguido pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Rosa Weber, Celso de Mello e o presidente, Dias Toffoli. O ministro Marco Aurélio ficou vencido.

O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) é promovido pelo Ministério das Cidades e tem a Caixa como banco financiador. Após a compra do terreno e construção das habitações, os imóveis são arredados para os participantes do programa com opção de compra ao final do contrato. (As informações da Agência Brasil)