
Neste domingo0 (6), um dia após a chacina com sete mortes no povoado de Jenipapo, no município de Crisópolis, nem sinais de ação policial no local. Os 12 agentes da força-tarefa composta para investigar o crime, ocorrido na madrugada de sábado (5), não foram vistos na cidade e a delegacia encontrava-se fechada na tarde e início da noite de ontem.
O delegado plantonista de Crisópolis, Pedro Augusto Mauro de Oliveira não foi encontrado na delegacia e até na pousada onde está hospedado.
Suspeitos - O delegado titular de Alagoinhas, Ricardo Brito, informou já ter nomes de cinco suspeitos, mas mantém sigilo para não atrapalhar as investigações. A lavradora Tereza Dantas Neves, 41, viúva de Abelardo de Jesus Xavier, 41, umas das vítimas, não soube informar se os sete lavradores assassinados tinham ou não passagem pela polícia.
Tereza confirmou que os assassinos estavam todos encapuzados e se apresentaram como policiais. Segundo a viúva, eles teriam perguntado ao esposo Abelardo: “Cadê a arma?”. Ela estava na casa da vizinha, atrás do local do crime. O irmão de Tereza, Joilson Dantas, 28, disse que foi obrigado a entrar em casa. (As informações do A Tarde)
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