Juros mais altos, prazos menores de financiamento e aumento do desemprego. Esse é o quadro esperado após as medidas tomadas pelo Banco Central nos últimos dois meses para reduzir crédito, consumo e, por tabela, a inflação. Nesse cenário, é preciso aumentar a cautela com o endividamento, pois as condições de crédito já pioraram.
O vice-presidente da Associação dos Executivos de Finanças, Miguel de Oliveira, observa que os prazos de financiamento já estão menores e diz que os juros devem continuar subindo. “O momento é de cautela. O custo do crédito está maior e, eventualmente, podemos ter desemprego”, disse.
A principal recomendação é evitar dívidas de longo prazo. Ele também sugere que os consumidores busquem linhas de crédito mais baratas, como o penhor de joias da Caixa ou o empréstimo consignado (com desconto em holerite), em vez de linhas pré-aprovadas, como cheque especial, cartão de crédito e o saque em caixa eletrônico. (As informações do Correio)
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