
Durante entrevista em seu escritório no Canela, a ex-líder estudantil que irritava adversários com a aspereza dos discursos na Câmara e na Assembleia evita polemizar com o principal aliado, o PT, cuja direção nacional a considera uma rebelde.
Mas, revela nas entrelinhas a insatisfação com os petistas na busca por maior espaço nas eleições, sobretudo em Salvador e grandes cidades do interior. De quebra, deixa no ar uma provocação com tom profético: “Nunca perdi uma eleição. Sou pé-quente”. (As informações do Correio)
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