A Bahia deve receber R$ 202,9 milhões em verbas para obras de restauração de imóveis em áreas tombadas. O anúncio foi feito ontem pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidades Históricas.
No estado, estão previstas 40 ações de intervenção. Com 23 intervenções programadas, Salvador é a segunda cidade brasileira que mais deve receber ações. Entre as intervenções estão a restauração do Forte de São Marcelo e da Catedral Basílica, além da requalificação do Teatro Gregório de Mattos. Para o secretário municipal de Desenvolvimento, Turismo e Cultura, Guilherme Bellintani, o número de espaços contemplados atende às expectativas da cidade. “São intervenções com valor urbanístico e histórico que ajudam e interferem na vida das pessoas”, explicou.
Ainda de acordo com Bellintani, as licitações devem ser divulgadas ainda este ano, para que as obras sejam iniciadas no primeiro semestre do ano que vem. Bellintani comentou também sobre a intervenção no Forte de São Marcelo, fechado desde 2011: “já iniciamos um processo de transferência da gestão do forte do Iphan para o município. Isso deve durar 90 dias. Concluída essa fase, iniciamos o processo de reabertura, prevista para o Verão”.
De acordo com o secretário, lá serão construídos teleféricos e os elevadores devem passar por reforma. No resto do estado, foram anunciadas sete ações em Santo Amaro e cinco ações em cada uma das cidades de Itaparica e Maragojipe. Já o primeiro lugar entre os 44 municípios no país é de São Luís, no Maranhão, que será contemplado com 45 ações. Em todo o Brasil, o Iphan deve repassar R$ 1,6 bilhão a cidades de 20 estados. (As informações do Correio)
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