quarta-feira, 21 de agosto de 2013

GOVERNADOR SE DIZ DECEPCIONADO COM DESISTÊNCIAS DE LICITAÇÃO DO METRÔ

Dos quatro grupos empresariais que se organizaram para disputar a licitação do metrô de Salvador, apenas um se apresentou na fase de habilitação: o grupo CCR. Entre os desistentes, duas empresas baianas que, juntas, manifestaram interesse na obra desde o início da montagem do projeto: o consórcio Odebrecht/Invepar (grupo formado por OAS e fundos de pensão). A desistência foi alvo de críticas do governador Jaques Wagner (PT).

“A OAS/Odebrecht disse que era impossível, que os preços eram ridículos e, felizmente, tivemos uma (interessada). Óbvio que era bom que tivesse mais, mas aí tem que perguntar às outras empresas por que é que não entraram”, comentou Wagner.

“São quatro grupos acompanhando, um fortemente, que foi inclusive quem fez a PMI, que era a OAS. Confesso minha profunda decepção com as empresas baianas, que eu acho que foram irresponsáveis com o estado. Vinham estudando essa matéria há quase dois anos, deveriam ter compromisso com a Bahia, pelo menos vivem dizendo que têm e, na verdade, não demonstraram nenhum compromisso”, disse.

Em 2011, quando o governo do estado abriu um Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para recolher propostas para o modelo de transporte público de massa em Salvador, sete empresas apresentaram propostas, que defendiam modais como o metrô, BRT (ônibus modernos), VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e monotrilho. (As informações do Correio)

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